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Esportes

Arena MRV: um ano de conquistas e desafios na casa do Galo

<li class="style_18q3s73">Público da Arena MRV supera período de 2021 a 2024 no Mineirão </li>
Por Roberto Vieira - Meu MS News
Publicado em 30/08/2024 - 13:00 | Meu MS News
Arena MRV: um ano de conquistas e desafios na casa do Galo
Foto: Divulgação

  • Público da Arena MRV supera período de 2021 a 2024 no Mineirão
  • Agosto, mês do desgosto? Não para a massa atleticana. O mês, especialmente o dia 27, ficou marcado pela passagem de um ano da Arena MRV, que deu início a uma nova era para o Atlético-MG. A casa do Galo foi inaugurada com uma vitória sobre o Santos, de 2 a 0, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, e rapidamente se tornou palco de conquistas, mas também de desafios. 

    Desde a sua inauguração, a Arena MRV recebeu 32 partidas, superando um público de mais de um milhão de torcedores, com uma média de 34.388 pessoas, gerando uma taxa de ocupação média de 77%. Curiosamente, os números são melhores, em comparação com o Mineirão, que tinha uma média de 34.893 pessoas, entre 2021 e 2024.

    O Atlético-MG soma 20 vitórias, sete empates e cinco derrotas, tendo um aproveitamento de 69,8%. Paulinho e Hulk são os artilheiros do estádio, ambos com 15 gols marcados. O camisa 7 e capitão alvinegro também se destaca como líder de assistências: 12.

    Nem tudo são flores. Apesar dos pesares, a Arena MRV não conseguiu ser um “caldeirão” para intimidar os adversários do Galo. O time teve dificuldades para derrotar o rival Cruzeiro nos dois primeiros confrontos, tendo êxito apenas no terceiro encontro, ganhando por 3 a 0, resultado que sacramentou o título do Campeonato Mineiro de 2024.

    Mas triunfar sobre o principal adversário era apenas um dos dilemas, que, aliás, ainda atormentam o Atlético-MG. Existem também problemas estruturarias, reconhecidos posteriormente pelo clube, como o caso da acústica. No mês de julho, o Alvinegro se viu obrigado a encontrar uma alternativa: amplificadores de sons, uma solução mais rápida, para emitir os cânticos da massa nas arquibancadas, mas não é a resolução dos problemas.

    O gramado também é uma das grandes reclamações, principalmente de jogadores. Durante esse um ano, a qualidade sempre foi questionável, precisando ser trocado inúmeras vezes. O Galo precisou, novamente, fazer o tratamento de forma intensiva. 

    O time não atua em casa desde o dia 20 de agosto. Conforme o clube, o gramado está passando por um tratamento intensivo de nutrição, cortes e nivelamento, além da utilização de luz artificial. Bruno Muzzi, CEO do Atlético-MG, revelou a Rádio 98 que essa troca poderá demorar até 30 dias, além de não ser uma garantia de melhoria. 

    Enquanto ainda não encontra uma solução definitiva para a acústica, Bruno Muzzi já possui alternativas para evitar o prejuízo drástico dos gramados: “Se a gente não conseguir superar a questão da legislação para a grama sintética para 2025, que é o meu desejo, que acho que todos nós já chegamos à conclusão que é um bom caminho, agente está avaliando outros caminhos”.

    “Temos que rever essa situação do gramado para poder nos ajudar mais nos jogos. Quem sabe trocar de estádio, tem o Independência e o Mineirão. Acho que qualquer um dos outros estádios de BH vai nos ajudar mais do que a Arena nos ajuda hoje.”

    – Paulinho, um dos artilheiros do time.

    “Então a gente fez esse transplantio, que é a última recomendação das empresas, porque a grama precisa de um tempo de enraizamento. A grama demora às vezes sete, quinze, vinte dias, trinta dias, dependendo da condição. A ideia agora nesses próximos dias é dar o descanso, fazer todo o tratamento intensivo, acompanhar dia a dia como essa grama estará e a gente vai monitorar isso. Não há perspectiva de ter um gramado excepcional, não há perspectiva de um gramado totalmente adequado para o jogo.”

    – Bruno Muzzi, CEO do Atlético-MG

    Fonte: 90min

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