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Política Estadual

Sem acordo e com Polêmica, eleição no TCE deve parar na Justiça

Os conselheiros não se entenderam e nem devem chegar a um acordo para a escolha do próximo presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul. CLIQUE AQUI PARA SEGUIR O INVESTIGAMS NO INSTAGRAM O trio que restou, dos sete conselheiros, Jerson Domingos, Flávio Kayatt e Márcio Monteiro não chegaram a um consenso, o que deve levar a uma […]
Por Roberto Vieira - Meu MS News
Publicado em 12/11/2024 - 08:01 | Meu MS News
Sem acordo e com Polêmica, eleição no TCE deve parar na Justiça
Foto: Divulgação

Os conselheiros não se entenderam e nem devem chegar a um acordo para a escolha do próximo presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul.

CLIQUE AQUI PARA SEGUIR O INVESTIGAMS NO INSTAGRAM

O trio que restou, dos sete conselheiros, Jerson Domingos, Flávio Kayatt e Márcio Monteiro não chegaram a um consenso, o que deve levar a uma judicialização.

Kayatt e Monteiro entendem que Jerson não poderia disputar novamente, porque já está no segundo mandato seguido; Jerson, por sua vez, alega estar no primeiro, porque no segundo assumiu interinamente a pedido do Superior Tribunal de Justiça.

Dividido, o trio não chegou a um entendimento sobre a possibilidade de Jerson continuar e, mais que isso, Kayatt e Monteiro querem ser presidente e vice, respectivamente, levando a um segundo capítulo da confusão.

A dupla avalia que é possível, por questão excepcional, por conta do afastamento dos outros quatro, inscrever uma chapa só com dois. Jerson, que não aceita compor com eles, avalia que não, o que deve levar o caso para esfera judicial.

Jerson Domingos vai convocar a eleição, conforme determina o regimento, aguardando a chapa com três membros. Naturalmente, isso não vai ocorrer, já que não vai compor com Kayatt e Monteiro.

Vencendo o prazo, ele ficará convocando nova eleição ou deixará a publicação em aberto até que um dos quatro afastados voltem e aceitem compor uma chapa. Se não concordarem com a medida, Monteiro e Kayatt precisarão recorrer à justiça.

Os conselheiros Iran Coelho, Ronaldo Chadid, Waldir Neves e Osmar Jeronymo foram afastados a pedido da Polícia Federal e os quatro auditores substitutos não têm direito a voto.

Fonte: Investiga MS

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Edição:
Redação Meu MS News
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