• Meia-atacante possui contrato com o Vasco até maio de 2025
  • Titular nos últimos quatro jogos do Vasco, o meia-atacante francês Dimitri Payet tem contrato até maio de 2025 e deixou em aberto o futuro no Gigante da Colina durante depoimento ao jornal L’Équipe publicado nesta terça-feira (26).

    “Foi uma temporada ótima na França e no final houve a saída, mas com o Olympique há um negócio fechado. Haverá um retorno e discutiremos mais tarde os detalhes do porquê ou como. Obviamente quero ajudar, ser útil para continuar ajudando o clube a crescer, mas sim, está assinado.”

    – Payet, camisa 10 do Vasco

    “Minha última temporada na Europa foi difícil pessoalmente, porque obviamente quero jogar. Como capitão,acho que simplesmente fiz o que deveria. Esse é o meu ponto de vista. Futebol é, antes de tudo, um esporte coletivo, e foi isso que fiz. Cuidei dos outros, daqueles que não jogavam comigo, dos que estavam jogando e pequenos problemas que poderiam ter surgido no vestiário ou entre o técnico e os jogadores.”

    – Dimitri Payet sobre o Olympique

    “O mais difícil para mim, para ser sincero, foi o clima. Porque, em termos de umidade e calor, em um domingo às 16h com 38ºC é muito difícil jogar. Além disso, há o calendário. Não jogamos nem Sul-Americana nem Libertadores, mas tivemos uma agenda cheia. Não sei como os jogadores que disputam essas copas conseguem, mas para ser sincero, é muito, muito difícil.”

    – Payet sobre o futebol brasileiro

    “A pressão depois de 10 anos no Olympique de Marselha você sabe como é. Tenho a impressão de nunca ter saído do Marselha, porque os torcedores no Brasil são tão extremos em sua positividade e negatividade. Você nunca tem paz de espírito, então é por isso que eu sempre tenho que dar o meu melhor. Os brasileiros tiveram jogadores como Romário e Pelé em sua história que tornam a régua ainda mais alta.”

    – Payet sobre a pressão no Brasil

    “Quando eu acordo gosto muito de treinar. Não acho que o fim está próximo, mas, infelizmente, sei que em algum momento meu corpo vai me dizer um basta. Eu amo tanto jogar bola, tanto o futebol que acho que aposentar será difícil para mim. Digo a mim mesmo: no dia em que eu tiver que parar de treinar, de jogar e de dar prazer às pessoas, fazer o que amo e fiz durante toda a minha vida será difícil, mas é claro que farei outra coisa. Isso também vai me permitir aproveitar mais a família .”

    – Payet sobre aposentadoria

    Fonte: 90min

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