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Segunda-feira, 1 Junho, 2026
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    Harvard pode perder autorização para receber estudantes estrangeiros

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    Governo americano ameaçou retirar da universidade o direito de matricular alunos internacionais, caso a instituição não entregue registros de ‘atividades ilegais e violentas’ ou não forneça informações sobre vistos  

    A Universidade de Harvard está enfrentando uma ameaça significativa da Casa Branca que pode impactar drasticamente sua política de admissão de estudantes estrangeiros. A administração Trump, em meio a crescentes tensões com universidades americanas, especialmente Harvard, está considerando proibir a instituição de aceitar estudantes internacionais. Essa medida surge em resposta a manifestações de antissemitismo e protestos pró-palestina que têm ocorrido nos campi universitários.

    O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) tem sido claro em suas exigências. Harvard poderá perder o direito de matricular estudantes estrangeiros caso não atenda às condições impostas pelo governo, que incluem o compartilhamento de informações sobre portadores de visto. A secretária do DHS, Kristi Noem, foi enfática ao anunciar o cancelamento de repasses financeiros para Harvard, que somam mais de 2,5 milhões de dólares. Em uma carta enviada à universidade, Noem exigiu registros de atividades ilegais e violentas por parte de estudantes estrangeiros, com um prazo até o dia 30 de abril para a entrega desses documentos.

    A resposta de Harvard, embora cautelosa, foi firme. Um porta-voz da universidade afirmou que estão cientes das exigências do governo e que a instituição se pronunciará no momento oportuno. Harvard destacou que não abrirá mão de sua independência e direitos constitucionais, mas se compromete a cumprir a lei. Essa postura reflete a delicada posição em que a universidade se encontra, tentando equilibrar a conformidade com as exigências governamentais e a manutenção de seus princípios institucionais.

    O pano de fundo dessa tensão é a ameaça do governo Trump de cortar verbas federais de universidades que registram protestos pró-palestina violentos e antissemitismo. Esses protestos ganharam força após o ataque da organização terrorista Hamas ao território israelense em 2023 e continuam a reverberar nos campi universitários.

    *Com informações de Eliseu Caetano 

    *Reportagem produzida com auxílio de IA

    Fonte: Jovem Pan News

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