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    Presidente do Equador pede apoio militar aos EUA em reunião com Trump

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    Segundo Daniel Noboa, Trump disse que ‘vai revisar’ a solicitação do Equador de incluir ‘na lista de terroristas’ as facções locais com conexões internacionais

    O presidente do Equador, Daniel Noboa, informou nesta terça-feira (1), que pediu apoio militar ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na luta contra o narcotráfico, durante uma reunião “positiva” entre os governantes no fim de semana. Em entrevista à “Rádio Susesos”, Noboa disse que o Equador está aberto a bases internacionais. “Eles (Estados Unidos) vão ajudar a patrulhar não apenas por causa do narcotráfico, mas também os temas de pesca ilegal que tanto nos afeta”.

    Recentemente, o mandatário sugeriu ao Congresso que elimine da Constituição a proibição de estabelecer bases militares estrangeiras como a que Washington teve até 2009 no porto pesqueiro de Manta (sudoeste) para voos antidrogas. Ele também anunciou uma aliança com Erik Prince, fundador da questionada empresa americana de segurança Blackwater, cujos funcionários mataram e feriram dezenas de civis no Iraque.

    “Um grupo deles já está chegando nesses dias ao país. Vamos começar as primeiras sessões de trabalho com eles. Até aqui estamos falando de assessorias, de capacitações, mas não necessariamente a presença deles aqui vai se limitar a esses dois temas”, disse sem dar mais detalhes nesta terça-feira o ministro da Defesa, Gian Carlo Loffredo, em uma entrevista televisiva.

    “Não se trata simplesmente das tropas estrangeiras virem aqui e fazerem o que quiserem. Todos estão sujeitos à lei, (…) à supervisão e à cooperação direta com nossas Forças Armadas e com a polícia”, disse Noboa.

    Noboa, de 37 anos, é um dos principais aliados dos Estados Unidos na América Latina e busca apoio internacional na guerra contra as facções que atingem o país. Trump disse que “vai revisar” a solicitação do Equador de incluir “na lista de terroristas” as facções locais com conexões internacionais, segundo o presidente.

    Ele está em plena campanha política com vistas ao segundo turno de 13 de abril, no qual as pesquisas preveem uma disputa acirrada contra Luisa González.

    *Com informações da AFP

    Publicado por Nátaly Tenório

    Fonte: Jovem Pan News

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