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    Trump chama mulher morta pelo ICE em Minnesota de ‘agitadora profissional’

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    O presidente americano também afirmou que o aumento de ataques contra membros do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos é culpa da ‘esquerda radical’

    O presidente americano Donald Trump comentou o confronto entre protestantes e agentes do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos) que acabou com uma mulher morta a tiros em Minneapolis, Minnesota. Segundo Trump, o agente do ICE que disparou contra o carro da vítima está se recuperando no hospital e é “difícil acreditar que ele estava vivo”.

    Trump também afirmou que o aumento de ataques contra membros do ICE é culpa da “esquerda radical”, que “ameaça, agride e mira agentes da lei e do ICE diariamente”, e que eles apenas estão “protegendo” os Estados Unidos.

    Uma mulher morreu nesta quarta-feira (7) após entrar em confronto com agentes da ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos), em Minneapolis, Minnesota. Segundo o Departamento de Segurança Nacional dos EUA, manifestantes teriam tentado bloquear uma ação dos agentes, e a mulher teria tentado atropelar membros do ICE, em um ato de “terrorismo doméstico”. Um agente então teria disparado contra o veículo e atingido a mulher, que morreu. Ainda segundo o órgão, agentes ficaram feridos.

    A procuradora do condado de Hennepin Mary Moriarty disse em nota que seu escritório já está ciente do ataque e irá investigar arduamente o caso. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, exigiu que os agentes do ICE saiam da cidade, e que eles estão firmemente do lado das suas comunidades de imigrantes e refugiados.”

    O governador do estado de Minnesota, Tim Walz, afirmou o Departamento de Segurança Pública está trabalhando para descobrir mais informações sobre o tiroteio.

    A cidade de Minneapolis ficou marcada em 2020 após um policial branco, Derek Chauvin, matar um homem negro, George Floyd, estrangulado ele com seu joelho. A justificativa do policial era de que George. Chauvin foi demitido pelo Departamento de Polícia de Minneapolis e sentenciado a 22 anos e seis meses de prisão em 2021.

    Fonte: Jovem Pan News

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