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    Sánchez rejeita convite de Trump a Conselho da Paz por ‘coerência’

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    Sánchez pontuou que o futuro de Gaza e da Cisjordânia deve pertencer aos palestinos e ressaltou a importância do diálogo da Palestina com Israel. Diante disso, ele reiterou que a Espanha se mantém comprometida com paz e com outros países europeus e agentes internacionais, apostando na estabilização da região

    O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, agradeceu o convite, mas anunciou que a Espanha não ingressará no novo “Conselho da Paz”, proposto pelo presidente americano, Donald Trump, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 23. O líder espanhol justificou a decisão mencionando “coerência”.

    “Tomamos essa decisão em coerência e em consistência com o nosso compromisso com a ordem multilateral, com a Organização das Nações Unidas (ONU) e com os direitos internacionais. É evidente que esse conselho está fora da ONU e, com certeza, não incluiu a Autoridade Palestina”, afirmou.

    Sánchez pontuou que o futuro de Gaza e da Cisjordânia deve pertencer aos palestinos e ressaltou a importância do diálogo da Palestina com Israel. Diante disso, ele reiterou que a Espanha se mantém comprometida com paz e com outros países europeus e agentes internacionais, apostando na estabilização da região.

    Na Hungria, o primeiro-ministro Viktor Orbán aceitou o convite de seu aliado Trump para se tornar membro fundador.

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, aceitou fazer parte do conselho, assim como o presidente argentino, Javier Milei, o primeiro-ministro armênio, Nikol Pashinyan, e a presidente de Kosovo, Vjosa Osmani.

    A diplomacia saudita anunciou a “decisão conjunta” dos ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita, Catar, Egito, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Turquia, Indonésia e Paquistão de se juntarem ao organismo.

    Noruega, França e Ucrânia, cujo presidente, Volodimir Zelensky, “não prevê” participar ao lado da Rússia.

    A Rússia afirmou que queria “esclarecer todas as nuances” do convite com Washington antes de tomar uma decisão, e o presidente Vladimir Putin anunciou nesta quarta-feira que ordenou à sua diplomacia que “estude” o tema.

    A China não indicou se aceitou, embora tenha afirmado que “defende firmemente o sistema internacional com as Nações Unidas como eixo central”.

    O Reino Unido deseja examinar as “modalidades” do convite; a Alemanha expressou a necessidade de “coordenar-se” com seus parceiros; e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reserva sua resposta, assim como o primeiro-ministro da Croácia, Andrej Plenkovic, que quer mais tempo, enquanto a ministra canadense das Relações Exteriores, Anita Anand, declarou que a situação está sendo “examinada”.

    O papa Leão XIV recebeu um convite, e Pietro Parolin, número dois do Vaticano, declarou: “Estamos considerando o que fazer”.

    Fonte: Jovem Pan News

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