Guerra no Golfo Pérsico afeta tráfego e preço do petróleo
Centenas de navios estão retidos no Golfo Pérsico. A guerra com o Irã começou em 28 de fevereiro. O tráfego de navios caiu drasticamente no Estreito de Ormuz.
Apenas 10% do volume normal de navios passaram por ali. O cessar-fogo entre EUA e Irã não normalizou a situação. Teerã reafirma controle e alerta navios sobre suas águas.
Apenas sete navios cruzaram nas últimas 24 horas. Normalmente, 140 navios fazem a travessia. O fornecimento global de petróleo caiu 20%.
Petroleiros iranianos continuam chegando à Ásia. Ao menos 23 navios mantiveram o ritmo pré-guerra. A Guarda Revolucionária Islâmica orienta navios a usar rotas alternativas.
Navios devem navegar pelas águas iranianas ao redor da Ilha de Larak. Essa medida visa evitar minas navais nas rotas tradicionais. Os preços do petróleo atingiram recordes históricos.
Irã pode cobrar pedágio dos navios que passam pela região. Alguns estimam o valor em US$2 milhões. Navios já usam a rota incomum pela Ilha de Larak.
O Irã exigirá pagamento de pedágios em criptomoedas. O objetivo é manter o controle do Estreito de Ormuz. As declarações são de Hamid Hosseini.
Hosseini é porta-voz da União dos Exportadores de Petróleo, Gás e Produtos Petroquímicos do Irã.
O sacrifício à Lua
As famosas vitórias-régias gigantes do Pantanal carregam uma lenda tupi-guarani intensa. A história conta que uma jovem indígena se apaixonou pela Lua e atirou-se às águas para a tentar alcançar, sendo transformada nesta planta imponente pelos deuses.
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