O ex-governador Ciro Gomes (PSDB) desponta na liderança da disputa pelo governo do Ceará, com 44% das intenções de voto, conforme pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta quarta-feira (3). Em segundo lugar, o atual governador Elmano de Freitas (PT), que busca a reeleição, aparece com 33% das menções do eleitorado.
Atrás dos dois principais nomes, Eduardo Girão (NOVO) registra 4% das respostas. Os candidatos Jarir Pereira (PSOL), Zé Batista (PSTU), Delegado Huggo Leonardo (MISSÃO) e Giovanni Sampaio (PRD) são citados por 1% do eleitorado cada. A pesquisa também aponta que 7% dos entrevistados pretendem votar em branco ou nulo, enquanto 8% se declaram indecisos.
No cenário espontâneo, onde os nomes dos candidatos não são apresentados, a maioria dos eleitores (59%) ainda não menciona um possível candidato, um percentual similar ao registrado no levantamento de março. Contudo, entre os nomes lembrados, Ciro Gomes se destaca com 18% das menções, um aumento significativo em relação aos 12% da pesquisa anterior. Elmano de Freitas também cresceu, passando de 13% para 14% na espontânea.
A pesquisa Ipsos-Ipec também avaliou a corrida por duas vagas ao Senado Federal pelo Ceará. Embora os resultados específicos dos cenários não tenham sido detalhados, o levantamento testou três possibilidades, considerando que os entrevistados podem escolher dois nomes, o que faz com que a soma dos percentuais em cada cenário atinja 200%.
Quanto à rejeição, Capitão Wagner lidera a lista dos candidatos ao Senado em que os eleitores não votariam de jeito nenhum, com 25%. Em seguida, aparecem Luizianne Lins (23%), Alcides Fernandes (22%), Eunício Oliveira (19%), General Theóphilo (18%) e Priscila Costa (18%). Júnior Mano e Anna Karina registram 17% de rejeição cada, enquanto Cid Gomes tem 16%.
O levantamento Ipsos-Ipec ouviu 800 eleitores presencialmente em 37 municípios cearenses, entre os dias 28 de maio e 1º de junho de 2026. A pesquisa foi encomendada pela RÁDIO COSTA DO SOL LTDA. A margem de erro estimada é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O estudo está devidamente registrado no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo Nº CE04828/2026 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR‐00962/2026.


