O projeto Circula Cultura MS concluiu sua primeira edição, alcançando aproximadamente 25 mil pessoas em 42 municípios de Mato Grosso do Sul. A iniciativa se consolidou como uma das maiores ações de circulação cultural já realizadas no estado. A última apresentação ocorreu no final de maio de 2026, em Naviraí, com o espetáculo de circo Fuzarca, do grupo Trupior, que também contou com artistas locais.
Desde o início da programação, em 23 de abril de 2026, em Sonora, o projeto utilizou uma carreta-palco adaptada para levar atividades socioculturais, educativas e de conscientização. Em cada cidade, a programação foi cuidadosamente construída para valorizar as características locais, reunindo atrações de música, dança, teatro, circo, capoeira e diversas manifestações da cultura popular.
Mais de 110 atrações locais integraram a programação, ampliando significativamente o alcance do projeto, que superou 200 apresentações entre atrações selecionadas e artistas convidados pelos municípios. Além do fortalecimento cultural, a iniciativa movimentou a economia criativa por meio da participação de feiras de artesanato e gastronomia regional.
O Circula Cultura MS recebeu financiamento da Política Nacional Aldir Blanc do Governo Federal. O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc) e da Fundação de Cultura de MS (FCMS), operacionalizou a iniciativa, com produção da Flor e Espinho Teatro.
A primeira edição selecionou 25 espetáculos, cada um com duas apresentações, totalizando 50 performances iniciais. Os municípios participantes ampliaram a oferta cultural, adicionando mais de 80 atrações musicais, 68 apresentações de dança e mais de 25 apresentações de teatro e circo. Somadas às ações locais, o projeto ultrapassou 200 apresentações culturais, consolidando-se como uma das maiores iniciativas de circulação artística já realizadas em Mato Grosso do Sul. Ele reforçou o papel da cultura como ferramenta de inclusão, valorização dos territórios e fortalecimento da economia criativa.
Declarações dos Envolvidos
Nair Gavilan, diretora e produtora cultural da Organização da Sociedade Civil Flor e Espinho Teatro, afirmou: “o projeto cumpriu um papel importante na descentralização do acesso à cultura, levando oportunidades para artistas do interior, fortalecendo identidades regionais e impulsionando a economia criativa nos municípios participantes”.
Anderson Lima, coordenador do projeto e diretor da Flor e Espinho Teatro, destacou: “o Circula Cultura MS ampliou o espaço para apresentações de artistas locais e projetos sociais, oferecendo estrutura técnica de qualidade e consolidando-se como uma das maiores iniciativas de circulação cultural já promovidas no Estado”.
Eduardo Mendes, diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, ressaltou que os resultados demonstram a força das políticas públicas voltadas à democratização do acesso à cultura. “Encerrar a primeira edição do Circula Cultura MS com 42 municípios atendidos, mais de 25 mil pessoas alcançadas e centenas de apresentações realizadas é a confirmação de que investir em cultura é investir em pertencimento, identidade e desenvolvimento para todas as regiões do nosso Estado”, frisou o diretor da FCMS.


