Donald Trump: Casa Branca confirma presença na final da Copa
A saber, o anúncio já havia sido antecipado. No final de junho, Gianni Infantino, presidente da Fifa, falou sobre o tema. Ele mencionou a participação do republicano no encerramento do torneio. Além disso, os dois entregariam juntos o troféu à seleção vencedora. Trump não compareceu à partida de abertura da Copa. Este jogo foi entre EUA e Paraguai em Los Angeles. Havia dúvidas sobre sua presença na final.
Expectativas e Histórico
O futebol não figura entre os esportes mais populares dos EUA. Contudo, o presidente republicano costuma comparecer a eventos importantes. Sua ausência no primeiro jogo gerou especulações. Muitos acreditavam que Donald Trump receava vaias. Situação similar ocorreu na final da NBA.
Controvérsias e Intervenções
Donald Trump mantém uma relação conturbada com o campeonato. Por exemplo, ele causou polêmica ao pedir diretamente a Infantino a suspensão de um cartão vermelho. Este cartão fora dado a um atacante da seleção americana. O pedido foi acatado pela direção da Fifa. A decisão retirou os efeitos da penalidade do árbitro brasileiro Raphael Claus.
Como resultado, o jogador Folarin Balogun foi liberado. Ele participou da partida contra a Bélgica. A Bélgica venceu os americanos por 4 a 1. A retirada do cartão gerou reações negativas. Ademais, a União Europeia e a Uefa criticaram a Fifa. Alegaram que decisões esportivas pertencem às entidades esportivas. Eles afirmaram que não cabem aos políticos.
“Influenciar decisões esportivas prejudicaria a autonomia do esporte.” Esta foi a declaração do comissário europeu para assuntos de esporte, Glenn Micallef. Ele acrescentou: “Nosso foco deveria estar nos verdadeiros desafios de governança.” Micallef citou a instrumentalização do esporte para fins políticos. Portanto, a crítica ressaltou a autonomia esportiva.
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