Brasil Nega Visto a Funcionários dos EUA para Monitorar Urnas
Riley Barnes e Samuel Samson tiveram seus pedidos recusados. Eles representam o Departamento de Estado norte-americano. O interesse era conversar com autoridades eleitorais brasileiras. O objetivo era discutir a liberdade de expressão.
Motivação da Visita e Rejeição
As autoridades brasileiras notaram a peculiaridade do pedido. Ele surgiu após políticos levantarem suspeitas sobre as urnas eletrônicas. O evento reuniu diplomatas e figuras políticas. O governo considerou a visita uma instrumentalização política. Decidiu-se, portanto, negar os vistos.
Questionamentos sobre Urnas Eletrônicas
A confiança nas urnas eletrônicas foi novamente debatida. O pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) divulgou informações falsas. Ele afirmou que os equipamentos seriam da empresa Smartmatic. Esta afirmação ocorreu em 21 de maio, sem provas.
Esclarecimento do TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou a informação. Isso ocorreu na quarta-feira (22). A Smartmatic não forneceu urnas ou softwares para o Brasil.
- As urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos.
- A equipe trabalha a serviço da Justiça Eleitoral.
- A produção ocorre sob “direta coordenação” de servidores do TSE.
- Empresas são selecionadas por licitações públicas, com ampla concorrência.
- Este processo garante segurança e transparência eleitoral.
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