Brasileiro: Impedimento Semiautomático Inicia Nova Era
A ferramenta será usada desde o início do segundo turno. O objetivo é reduzir dúvidas em lances ajustados. Também busca acelerar o processo de decisão. A margem de erro permitida é de 1 centímetro.
Esta tecnologia visa aumentar o tempo de bola rolando. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não aceitará jogos da Série A em estádios sem o sistema. Isso garante a padronização.
Jogos Iniciais e Cobertura
Os primeiros confrontos com a nova tecnologia ocorrem neste sábado. Serão Athletico-PR contra Internacional. Santos versus Chapecoense também terá o sistema. Ambos os jogos começam às 18h30.
Os equipamentos foram instalados em 20 estádios. Eles incluem as casas principais dos 20 times da elite. A Arena Barueri, palco alternativo do Palmeiras, também está equipada.
Investimento e Parceiros
A CBF planeja investir R$ 25 milhões até 2027. Este valor é destinado ao sistema de impedimento semiautomático. A parceria foi firmada com a empresa Genius.
A Genius já fornece tecnologia para a Premier League. O sistema no Brasil tem similaridades. Contudo, ele não utiliza chip na bola, diferente da Copa do Mundo.
Funcionamento do Sistema
O nome “semiautomático” indica a necessidade de verificação. Os árbitros ainda realizam uma checagem final. Isso ocorre após as marcações do software.
O programa cria uma representação 3D do jogo. Ele notifica o VAR sobre a posição dos jogadores. As linhas de impedimento são traçadas automaticamente. No entanto, o VAR valida o ponto de contato.
Decisões Interpretativas
Situações interpretativas podem surgir. O árbitro de campo pode ser chamado ao monitor. Ele interpreta se um jogador impedido participou da jogada. Isso pode ocorrer mesmo sem tocar na bola.
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