Ataque Bope Corumbá: Denúncia MPF apura suspeitas em comboio
“Apolo” era suspeito de envolvimento na morte do soldado Marcelo Pimenta. Este crime ocorreu na noite de 30 de junho. O Jornal Midiamax informou que “Apolo” integrava o PCC. Os tiros teriam sido de criminosos do CV (Comando Vermelho). O Comando da PMMS admitiu a emboscada do CV contra o Bope. Isso foi durante coletiva de imprensa, dias após a morte de “Apolo”.
Cenário de Segurança na Fronteira
Uma denúncia acessada pela reportagem detalha degradação da segurança pública. A faixa de fronteira com a Bolívia apresenta deficiências. Há redução do contingente e efetivo dos órgãos. Isso impede fiscalização eficaz de pessoas e mercadorias.
A denúncia liga seis mortes em Corumbá à disputa por rotas. Também associa os óbitos a apreensões de drogas. Ao MPF, foi apontada apuração indevida das mortes. Isso inclui o confronto envolvendo o Bope. Solicita-se intervenção urgente do MPF e outras autoridades.
Detalhes do Ataque ao Comboio
No sábado do ataque, “Apolo” era transportado ao presídio de Campo Grande. Ele estava em uma viatura do Bope. Geralmente, a Polícia Penal realiza o deslocamento de presos. A denúncia descreve que “Apolo” foi levado por PRF, Bope e Choque.
Chegando ao posto de combustível do Morrinho, ocupantes relataram um estampido. O tiro, vindo do mato, atingiu o detento na cabeça. As três viaturas retornaram a Corumbá com o detento. Assim, detalha o documento entregue ao MPF.
A denúncia também menciona a carga de madeira da Operação Timber Shield. A operação inicialmente apreendeu a carga. Depois, descartou a presença de cocaína nela. Um inquérito investiga o caso. A madeira segue retida até o fim das apurações.
Frente à denúncia ao MPF, o Jornal Midiamax contatou a PMMS e Sejusp. O jornal aguarda um posicionamento das autoridades. O espaço está aberto para futuras manifestações oficiais. O Midiamax também acionou a polícia boliviana. A apuração busca informações sobre a morte em confronto com o Batalhão de Choque em Corumbá. Novas declarações serão adicionadas.
Visões sobre a Segurança
Percepção Popular Diverge
Moradores de Corumbá descreveram ao Jornal Midiamax um cenário de guerra. Eles relataram a situação na fronteira com a Bolívia. A cidade foi comparada ao Rio de Janeiro. Esta cidade frequentemente enfrenta episódios violentos.
O comandante-geral da PMMS assegurou não haver insegurança em Mato Grosso do Sul. Ele afirmou: “Tivemos ações semelhantes do ano passado pra cá. Não há insegurança em MS, e a PM age contundentemente.”
Causas da Morte do Policial
O Midiamax noticiou uma suposta guerra entre PCC e CV. Essa disputa teria causado a morte do policial em 30 de junho. Criminosos teriam ido a Ladário para matar um membro do CV. O Coronel Renato Garnes afirmou que a briga por drogas deu início aos conflitos.
Os mortos em confrontos recentes se relacionam à morte do policial Marcelo. Garnes explicou: “Um deles foi sentenciado à morte pelos rivais. O policial foi morto na investigação. A PM já respondeu à altura.”
Confrontos e Óbitos
Na tarde de 5 de julho, dois bolivianos morreram em confronto. Eles foram identificados como Luis David Justiano Flores (29) e Alixberto Vasquez Corrales (32), vulgo “Coiote”. O incidente envolveu policiais do Batalhão de Choque.
- Familiares de uma das vítimas negaram acusações.
- Eles exigiram investigação sobre as mortes.
- Autoridades bolivianas recusaram investigação.
- As mortes ocorreram em território brasileiro.
- Nenhum suspeito tinha passagem na polícia boliviana.
Na madrugada de 6 de julho, outro confronto ocorreu. Marlon de Souza Silva (42) morreu em Ladário. Ele atirou contra militares do Choque na BR-262. Foram apreendidos um revólver calibre .38 e um fuzil.
Investigação sobre Policial
Dinâmica do Assassinato
Informações do Jornal Midiamax detalham a morte do policial. Antes da ação, criminosos foram a uma casa em Ladário. Eles usaram um Fiat Argo para tentar matar um membro do CV. O alvo era conhecido como “Coelho”.
- Três homens atiraram no local.
- O alvo, “Coelho”, conseguiu escapar.
- O trio fugiu, e a polícia foi acionada.
- Em Corumbá, equipe abordou atiradores na Rua Totico de Medeiro.
- O policial Marcelo foi atingido por tiro de fuzil.
- Os criminosos fugiram novamente.
Militares souberam que suspeitos tentavam ir para a Bolívia. A polícia boliviana foi contatada e localizou dois homens. Ewerton confessou participação no assassinato. Ele indicou locais de armas escondidas. Midiamax aponta que ele e o comparsa eram do PCC. Ewerton era “disciplina” e “paiol”, e Rubens era “missionário”.
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