Servidora presa na Operação Pombo Sem Asas é solta em MS
A Operação Pombo Sem Asas foi deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).
Decisão Judicial sobre Servidora
Uma audiência sobre o caso ocorreu em 1º de julho. O juiz José Henrique Kaster Franco determinou a soltura da servidora. O processo tramitava em duas varas judiciais. O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) pediu que o caso ficasse na 3ª Vara Criminal. A 4ª Vara Criminal expediu o alvará de Simone em 6 de julho. A soltura efetiva aconteceu no dia 8.
Outras Investigações Ativas
A Justiça negou pedido de revogação de prisão para outra mulher. Ela também está envolvida na Operação Pombo Sem Asas. A notícia foi veiculada pelo Jornal Midiamax em 29 de julho. A investigada é suspeita de envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital). Esta facção se dedica a várias atividades ilícitas:
- Tráfico de drogas
- Corrupção ativa
- Inserção de objetos ilícitos em presídios
A defesa entrou com habeas corpus, mas foi negado. A 3ª Vara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) manteve a prisão preventiva da mulher.
Escopo da Operação Pombo Sem Asas
A Operação Pombo Sem Asas visa desmantelar uma facção criminosa. Esta facção atua em Mato Grosso do Sul. Inclui atuação em unidades prisionais de Campo Grande. Os criminosos usavam o tráfico de drogas. Eles cooptavam servidores públicos por meio de corrupção.
Mandados foram cumpridos em diversas localidades:
- 35 mandados de prisão preventiva
- 24 de busca e apreensão domiciliar
As ações ocorreram em Campo Grande e nos estados:
- São Paulo
- Mato Grosso
- Rio Grande do Norte
Andamento da Investigação
A investigação começou com provas de casos anteriores. Elas levaram à exclusão de um policial militar por corrupção. Isso revelou um esquema para entrada de ilícitos no presídio de Campo Grande. O acesso de entorpecentes e celulares ocorria via propina.
Um servidor vigilante externo era subornado. Ele recebia dinheiro de detentos e familiares. Esses pagamentos facilitavam arremessos de pacotes sobre os muros. Os pacotes continham drogas e celulares. Detentos coordenavam a logística externa desses arremessos.
Membros livres da organização criminosa executavam os arremessos. O grupo usava contas bancárias para movimentar dinheiro do tráfico. Realizavam também pagamentos de subornos. Isso visava manter a comunicação externa da facção. A ação fortalecia a facção no estado. A rede criminosa articulava o envio de entorpecentes. Esses envios ocorriam para outras unidades da federação.
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