Professor da REE é preso em MS suspeito de estuprar enteada de 13 anos
Um professor da Rede Estadual de Ensino (REE), de 55 anos, foi preso em um hotel em Mato Grosso do Sul, suspeito de estupro de vulnerável contra a própria enteada, de 13 anos. A prisão preventiva foi decretada. Ao ser confrontado, o padrasto não negou as acusações e classificou sua conduta como “um desvio, uma falha de caráter”.
O Jornal Midiamax não revelará o nome da cidade, como prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para preservar a identidade da vítima.
Relato da vítima e reações da família
De acordo com informações levantadas pelo Midiamax, a mãe da vítima estava casada com o professor desde 2015. Ela contou à polícia que tem um casal de gêmeos com o suspeito, de 4 anos, e outros dois filhos de um relacionamento anterior. Já o professor tem quatro filhos de outra relação, mas apenas dois moram com o casal.
Depois de voltar de uma viagem, a mãe foi surpreendida pela filha, que revelou ter sofrido abusos do padrasto na sua ausência. A jovem contou detalhes, incluindo a compra de bebida alcoólica para ela, abraços e frases em que o suspeito pedia que ela usasse “pijama” para que ele pudesse “beijá-la na testa” e em outras partes íntimas.
Abusos ocorreram durante ausência da mãe
Em duas ocasiões, o homem fez a jovem faltar à aula e ficar sozinha com ele. Os relatos vieram à tona durante o trabalho, quando a mãe recebeu uma ligação da filha. Antes de detalhar a situação, a menina teria dito: “Espero que você acredite em mim”.
Ao chegar em casa, a mãe confrontou o suspeito, que não negou os abusos e disse que aquilo não aconteceria mais. Ele também mencionou ter vivido em um internato na infância, onde teria passado por situações “horríveis”, o que, segundo ele, teria consequências até hoje.
Investigação e provas apresentadas
A mãe gravou a conversa e entregou o celular à polícia. Os outros dois filhos do professor também confirmaram a história. O filho dele disse que percebeu situações suspeitas; a filha contou que o pai comprou bebida alcoólica para ela e para a vítima.
Dois dias depois, a vítima não foi à escola e o padrasto comprou novamente bebida alcoólica. Os dois ficaram sozinhos, e o suspeito insistiu em ver a menina de pijama, pedindo que ela não contasse nada à mãe.
Mãe relembra episódio da infância
Diante dos relatos, a mãe recordou que, quando a filha tinha cerca de 7 anos, ela disse que alguém entrava em seu quarto durante a noite. Na época, a mãe não achou relevante, pois muitas pessoas moravam na casa. Agora, passou a considerar a situação como possível sinal de abuso.
As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias dos fatos.
A árvore que fornece remédio e corante
Além do fruto e da madeira resistente, partes da árvore da guavira e de plantas nativas vizinhas eram usadas historicamente pelas comunidades locais para infusões medicinais e tingimento natural.
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