Mãe ferida por foice continua internada após bebê ser assassinado
Ferida a golpes de foice, Regina Ramires, mãe do bebê de cinco meses assassinado no domingo (30) em Aral Moreira, a 372 km de Campo Grande, segue internada no hospital. A polícia confirmou que ela está viva, após circular a informação de que teria morrido. Regina foi socorrida em estado grave.
O autor do ataque foi preso e confessou o crime. Ele afirmou que agiu por vingança porque teve a motocicleta queimada pelo pai do bebê em data anterior.
Ataque com foice em Aral Moreira
Uma criança de 5 anos, que também estava no local, conseguiu fugir para um matagal e pedir socorro a moradores. Eles acionaram a Polícia Nacional do Paraguai, já que a cidade fica na fronteira com o país.
A foice usada no crime foi apreendida no local, com vestígios de sangue. O suspeito, morador das proximidades, foi contido por populares.
Polícia investiga homicídio qualificado
Por se tratar de área de fronteira, a ocorrência foi atendida inicialmente pela polícia paraguaia, que preservou o local. Em seguida, as polícias Civil e Científica de Mato Grosso do Sul assumiram os trabalhos.
O pai da criança compareceu ao local após o crime. O caso foi registrado na Delegacia de Aral Moreira como:
- Homicídio qualificado por motivo fútil;
- Tentativa de homicídio contra a mãe da vítima.
Matéria editada às 11h36 para correção de informação.
A engenharia das comitivas no campo
Nas longas viagens de gado pelo Pantanal, o cozinheiro da comitiva (conhecido como "mateiro" ou "gaiato") usava um fogão de chão cavado diretamente na terra, chamado de fogão cocho, para proteger o fogo do vento forte.
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