Motorista bêbado é solto após atropelar e matar motociclista em Campo Grande
O pedreiro de 55 anos que atropelou e matou o motociclista Luciel dos Reis de Souza, de 29 anos, no bairro Nova Lima, em Campo Grande, foi solto na manhã desta segunda-feira (31). Ele dirigia um Chevrolet Corsa, não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e testou positivo para consumo de álcool no bafômetro, com 0,49 mg/L de álcool no sangue.
O acidente ocorreu por volta das 16h30 do último sábado (29), no cruzamento da Rua Zulmira Borba com a Avenida Cândido Garcia de Lima. O motorista perdeu o controle do veículo e atingiu a motocicleta, que ficou presa embaixo do carro. Apesar do rápido atendimento do Corpo de Bombeiros, a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da viatura.
Audiência de custódia concede liberdade provisória
O pedreiro passou por audiência de custódia no Fórum Heitor de Medeiros nesta segunda-feira, ocasião em que a Justiça decretou a liberdade provisória. Como condições, ele deverá manter seu endereço atualizado nos autos e comparecer a todos os atos do processo.
No sábado, ao ser ouvido na Depac-Cepol, o motorista afirmou que o carro teria perdido o freio. “Eu tentei frear, mas meu carro ficou sem freio. Acabou o freio do meu carro, zerou, pedal ficou lá embaixo. Não tinha nada de freio”, disse. Em seguida, confessou ter ingerido duas latas de cerveja antes do acidente.
Testemunhas relatam sinais de embriaguez
Testemunhas que presenciaram o acidente afirmam que o condutor do Corsa estava visivelmente embriagado. “Ele já desceu do carro brigando, claramente alcoolizado, e o motociclista embaixo do carro”, relatou uma mulher. Outra testemunha completou: “Estava com fala arrastada e cheiro de bebida alcoólica”.
A dinâmica do acidente foi registrada por câmeras de segurança da região. Equipes da Guarda Civil Metropolitana (CGM) foram as primeiras a chegar, seguidas por ambulância e viatura de motossocorro do Corpo de Bombeiros. Após cerca de uma hora de atendimento, a morte foi confirmada no local.
Moradores da região reclamam da falta de segurança no cruzamento. “Essa avenida é muito perigosa porque os condutores não respeitam a sinalização”, opinou uma testemunha. O acidente está sendo investigado pela Polícia Civil.
A engenharia das comitivas no campo
Nas longas viagens de gado pelo Pantanal, o cozinheiro da comitiva (conhecido como "mateiro" ou "gaiato") usava um fogão de chão cavado diretamente na terra, chamado de fogão cocho, para proteger o fogo do vento forte.
Divulgue sua empresa para todo o Mato Grosso do Sul. Contatos: [email protected]