Presos celebram 33 anos do PCC com drogas no Presídio de Segurança Máxima
Vídeos de presos comemorando o aniversário de 33 anos do PCC (Primeiro Comando da Capital) voltaram a circular nas redes sociais neste sábado (31). As imagens foram gravadas dentro do Presídio de Segurança Máxima, em Campo Grande, e mostram detentos em uma festa com consumo de drogas.
Em um dos vídeos, um preso afirma que a comemoração é pelos 33 anos da facção, criada em 31 de agosto de 1993. O PCC surgiu durante uma partida de futebol na quadra do Piranhão, na capital paulista, onde oito detentos teriam fundado o grupo para ‘combater a opressão’ no sistema prisional e vingar os mortos no Massacre do Carandiru, em 1992.
Agepen investiga os vídeos
A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen-MS) informou que já está analisando as imagens. Em nota, a agência afirmou que os vídeos passam por análise dos setores competentes para adoção de medidas cabíveis e identificação dos envolvidos.
A Agepen destacou que mantém ações permanentes para coibir entrada de celulares e drogas nas unidades, como:
- Scanner corporal nas revistas
- Vistorias constantes nas celas
- Operações pente-fino
- Monitoramento e interceptação de drones para impedir arremessos
- Reforço do telamento das unidades
Não é a primeira vez que comemorações do PCC dentro do presídio são registradas. Em 2016, imagens semelhantes já haviam sido divulgadas pelo Midiamax, na época protagonizadas pelo detento Alexandre Barreto de Castro, o Alexandrinho, que morreu em confronto com a PM em 2022.
A engenharia das comitivas no campo
Nas longas viagens de gado pelo Pantanal, o cozinheiro da comitiva (conhecido como "mateiro" ou "gaiato") usava um fogão de chão cavado diretamente na terra, chamado de fogão cocho, para proteger o fogo do vento forte.
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