Recorde de Piu pode inspirar nova geração, dizem dirigentes
O recorde mundial de Alison dos Santos, o Piu, nos 400 m com barreiras, na quinta-feira (27), pode causar um impacto significativo no desenvolvimento da modalidade no Brasil, apostam os presidentes da CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) e da Federação Paulista de Atletismo. Eles enfatizaram a importância de uma conquista desse tamanho para o esporte e para o atletismo brasileiro.
Orgulho e história na CBAt
Presidente da CBAt, Wlamir Motta afirmou estar orgulhoso de estar à frente da entidade em um momento tão histórico. Ele ressaltou que o recorde deve inspirar crianças e jovens. “O Alison é um menino de Joaquim da Barra que começou em um projeto social e que se tornou gigante”, disse.
Para Wlamir, a marca alcançada por Piu era considerada o terceiro maior recorde do esporte pela World Athletics. “É um dos maiores recordes mundiais da história do atletismo de todos os tempos”, afirmou. Ele comanda a confederação há cerca de cinco anos e liderará o próximo ciclo olímpico até Los Angeles-2028.
Impacto no esporte e investimentos
Conquistas como a de Piu podem fomentar investimentos no esporte. Recordes desse porte contribuem para o crescimento do atletismo no Brasil. Ídolos como Alison atraem o mercado, que busca associar suas marcas a grandes atletas. O dirigente se mostrou confiante com a possibilidade de o brasileiro conquistar o ouro nos próximos Jogos Olímpicos. “Tenho certeza que vai ser a Olimpíada do Piu”, disse.
Celebração na Federação Paulista
Joel Oliveira, presidente da Federação Paulista de Atletismo, destacou o peso da conquista. “Uma coisa fabulosa o que a gente viu. Para toda a comunidade, é uma quebra de paradigmas”, afirmou. Ele vive o atletismo há 30 anos e se emocionou: “Já chorei copiosamente”.
Para Joel, o feito deve reverberar no atletismo e pode ajudar a aumentar o Instituto Alison dos Santos. Alison também carrega a responsabilidade de ser um ídolo. “Ele é um atleta que consegue colocar a imagem dele a serviço do esporte, incentivando, intenso, que vive, estimula e inspira”, concluiu.
A engenharia das comitivas no campo
Nas longas viagens de gado pelo Pantanal, o cozinheiro da comitiva (conhecido como "mateiro" ou "gaiato") usava um fogão de chão cavado diretamente na terra, chamado de fogão cocho, para proteger o fogo do vento forte.
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