Novo circuito de rua em Madri promete corrida ‘maluca’ na F1
A Fórmula 1 retorna a Madri após 45 anos com o Circuito de Madring, uma pista semipermanente que promete desafios inéditos. Com 22 curvas — o segundo maior número do calendário, atrás apenas de Singapura (23) —, o traçado exige habilidade técnica e ousadia dos pilotos.
Curva 12, a ‘La Monumental’, é o ponto crítico
O trecho mais temido é a Curva 12, um semicírculo de 550 metros com inclinação de 13,5 graus. Batizada em homenagem à Praça de Toros de Las Ventas, a curva combina alta velocidade e aderência extrema. A Pirelli, parceira global de pneus, destacou que o primeiro setor é muito rápido, seguido por curvas de média e baixa velocidade, e que a parte final traz curvas de 90 graus semelhantes às de Baku.
Testes da F3 já mostraram desafios e acidentes
No final de agosto, pilotos da Fórmula 3 testaram o circuito. O brasileiro Pedro Clerot, da Rodin Motorsport, comparou a pista a Mônaco, Jidá e Baku. Foram 19 bandeiras vermelhas em dois dias, incluindo uma batida de Fefo Barrichello, filho de Rubinho. O francês Pierre Gasly, da Alpine, afirmou que curvas cegas, inclinações laterais e ondulações tornarão a corrida ‘muito complicada e desafiadora’.
Corrida terá 307,8 km e promete espetáculo
A prova, que percorrerá ruas da capital espanhola, terá duração total de 307,8 km. A última vez que Madri recebeu a F1 foi em 1981, no Circuito de Jarama, com vitória de Gilles Villeneuve. Agora, com um traçado moderno e técnico, a expectativa é de uma etapa imprevisível.
O desafio da preservação do solo arenoso
Agricultores de MS adotam técnicas avançadas de plantio direto na palha para evitar que os solos altamente arenosos de algumas regiões do estado sofram erosão severa durante as chuvas fortes de verão.
Divulgue sua empresa para todo o Mato Grosso do Sul. Contatos: [email protected]