Rúben Amorim defende tripla troca no Milan: ‘Não sou louco’
O técnico do AC Milan, Rúben Amorim, admitiu que não gostou da atuação de sua equipe no primeiro tempo contra a Lazio, neste sábado (14), pela 4ª rodada da Serie A. O jogo terminou em 2 a 2, e Amorim fez uma tripla substituição no intervalo para tentar mudar o cenário.
Motivo da substituição drástica
Amorim tirou Luka Modric, Ruben Loftus-Cheek e Pervis Estupiñán para colocar Yunus Musah, Christian Pulisic e Diego Moreira. “Agora é fácil falar. Não sou louco. Certamente agora colocaria a equipe do segundo tempo para começar a partida”, afirmou o treinador português em entrevista coletiva.
Ele explicou que a abordagem do Milan no primeiro tempo não foi a ideal. “A forma como abordamos o jogo mudou completamente do primeiro para o segundo tempo. Hoje, no segundo tempo, jogamos como queríamos, mas porque estávamos perdendo por 2 a 0”, acrescentou.
Análise do primeiro tempo
“Todos no estádio perceberam que, depois de cinco minutos, estávamos enfrentando grandes dificuldades, e eu sabia que eles [Lazio] tinham mais fome do que nós”, disse Amorim. O técnico revelou que já aos 10 minutos de jogo percebeu que o Milan não estava no mesmo nível da Lazio.
Segundo ele, o Milan “perdeu dois pontos” em Roma e deveria ter conseguido um resultado melhor. Amorim lembrou também o empate na rodada anterior contra a Juventus, em Turim. “Sei que jogar em Turim é difícil, mas deveríamos ter mais pontos neste momento”, lamentou.
Elogios a Diego Moreira e próximos jogos
Diego Moreira foi o grande herói do Milan ao entrar no segundo tempo e marcar os dois gols que garantiram o empate. Amorim mostrou-se satisfeito e não descartou escalá-lo ao lado de Chukwueze. “Quero jogar com três defensores e dois alas bem abertos. Por isso, às vezes, os dois jogarão juntos”, explicou.
O Milan soma oito pontos e ocupa provisoriamente a quinta colocação. Na próxima rodada, recebe o Lecce em casa, no domingo (20). Antes, na quarta-feira (18), estreia na Liga Europa contra o Benfica, em San Siro. “Temos que estar frustrados com isso”, concluiu Amorim.
O pássaro que surfa nas águas do Pantanal
As folhas da Vitória-régia são tão parrudas que aguentam o peso de algumas aves, como a jaçanã. Ela usa os dedos compridos para distribuir o peso e sair caminhando por cima da planta de boa para caçar.
Divulgue sua empresa para todo o Mato Grosso do Sul. Contatos: [email protected]