Tribunal do crime: grupo que matou homem carbonizado vai a júri popular em MS
O grupo acusado de matar Elias Ribeiro carbonizado vai a júri popular em Três Lagoas, a 323 quilômetros de Campo Grande. A vítima foi sequestrada, agredida com golpes de tesoura e levada até a região da cascalheira, onde foi carbonizada no dia 22 de setembro de 2022.
Acusados e motivação do crime
Os réus são: Fernando Teles Viana, Rene Pereira Farias, Fábio Pereira de Souza, Micael Henrique Kavalek Moura, Harisonn Albert Sabino Souza, Thalia Cantero de Oliveira Souza, Kelvyn Renato da Silva Pereira, Priscila Dayane Ferreira Silva, Wesley Celestino Honorato da Silva, Giovanna Amorim da Silva e Thiago de Albuquerque. As investigações apontam que o grupo agiu de forma organizada, com divisão de tarefas, para executar o ‘julgamento’ pelo tribunal do crime do PCC (Primeiro Comando da Capital).
Desaparecimento e localização do corpo
Elias ficou desaparecido por três dias até ser encontrado por um grupo que fazia trilha no dia 25 de setembro. O corpo carbonizado foi localizado na manhã de um domingo. A esposa da vítima disse que o marido não tinha desavenças, mas que havia se envolvido em um acidente um mês antes, quando atropelou uma menina de 12 anos, que ficou em coma.
Pronúncia e recursos
Prestes a completar quatro anos desde a execução, os réus foram pronunciados pelo juiz de Direito Rodrigo Pedrini Marcos para julgamento pelo Tribunal do Júri. Um dos réus entrou com recurso contra a pronúncia na terça-feira (15), mas ainda não foi analisado.
- Investigação: Polícia concluiu que grupo agiu com divisão de tarefas.
- Motivação: Suposto julgamento pelo tribunal do crime do PCC.
- Recurso: Um dos acusados questiona a pronúncia na Justiça.
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