Caminhonete furtada bate em mercado no Lageado e causa prejuízo de R$ 80 mil
Lindomar Mendes de Almeida, de 50 anos, é mais uma vítima da dupla que furtou uma caminhonete Hilux e provocou uma sequência de prejuízos durante a madrugada deste sábado (19), em Campo Grande. Os criminosos perderam o controle do veículo e invadiram o mercado do comerciante, no bairro Lageado, onde ele vive há 16 anos.
Impacto destruiu parte do mercado
Por volta das 2h, Lindomar foi acordado pelo forte barulho da colisão. Com o impacto, parte da estrutura do comércio foi destruída e ficou comprometida, com risco de desabamento. Imagens de câmeras de segurança mostram o motorista perdendo o controle da caminhonete, invadindo a pista contrária em alta velocidade e batendo contra a parede do mercado. Após a batida, os criminosos fugiram e abandonaram o veículo no local.
Comerciante contabiliza prejuízo e teme desabamento
“Acordei com o barulho monstruoso. Levantei e vi a caminhonete dentro. O prejuízo é grande: derrubou tudo, estourou porta, mercadoria. Agora é trabalhar para retirar e vai uns 20 dias para organizar. Fora o prejuízo de não vender enquanto estiver destruído”, relatou Lindomar. O comerciante está desde a madrugada tentando avaliar os danos e não deve reabrir nos próximos dias. Ele também já suspendeu o recebimento de novas mercadorias. Além disso, há o temor de que a estrutura desabe com os alertas de tempestade. Lindomar corre contra o tempo para recolher toda a mercadoria e instalar portões e grades.
Veículo havia sido furtado horas antes
A Hilux foi furtada antes da colisão e localizada após o acidente. Os suspeitos fugiram antes da chegada da Polícia Militar, que registrou a ocorrência. O caso será investigado pela Polícia Civil. As circunstâncias do furto e a identificação dos envolvidos seguem sendo analisadas.
Comerciante estima prejuízo total em R$ 80 mil, incluindo danos estruturais e perda de mercadorias.
O terror da Coophavila
Nos anos 80 e 90, a lenda do Lobisomem da Coophavila botava terror na periferia da capital. Hoje, psicólogos e sociólogos apontam que o monstro era só o reflexo do medo coletivo da galera de andar em ruas escuras e sem estrutura naquela época.
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