Cristaldo, ex-Palmeiras, revela que terapeuta o salvou de pensamentos suicidas
O ex-atacante do Palmeiras Jonatan “Churry” Cristaldo, de 37 anos, revelou em entrevista ao canal TyC Sports, da Argentina, que enfrentou problemas com alcoolismo e chegou a ter pensamentos suicidas. Atualmente sem clube, o jogador argentino creditou à terapeuta a salvação em um dos momentos mais difíceis de sua vida.
O relato do jogador sobre a crise
“Minha terapeuta salvou minha vida. Quando tive pensamentos suicidas, eu estava na minha caminhonete e não encontrava saída. Sentia que a única coisa que queria era me apagar. Não aguentava mais a dor e o sofrimento. E aí toca meu telefone e era ela. Atendi chorando e disse o que ia fazer”, contou Cristaldo. Ele não informou quando o episódio aconteceu.
A relação com o álcool
Segundo o atacante, o consumo de álcool esteve relacionado ao período de dificuldades. Ele afirmou que atualmente não bebe mais e explicou que começou a consumir bebidas alcoólicas depois dos 18 anos. “Não bebo mais. Eu não gostava (de beber). Até meus 18 anos, não tinha provado. Eu bebia para ficar bêbado e dormir. Este era meu escape”, relatou.
O jogador também relacionou os problemas ao fato de nunca ter tido o sonho de se tornar profissional do futebol. Segundo Cristaldo, seu objetivo era conseguir proporcionar uma vida melhor para a família. Depois de alcançar estabilidade na carreira, porém, afirmou que perdeu o controle.
Carreira e passagem pelo Palmeiras
Revelado pelo Vélez Sarsfield, o argentino também defendeu os seguintes clubes:
- Exterior: Metalist (Ucrânia), Bologna (Itália), Cruz Azul e Monterrey (México)
- Argentina: Racing, Newell’s, Independiente Petrolero, Oriente Petrolero
- Brasil: Palmeiras, São Bernardo e Rio Branco do Paraná
Pelo Palmeiras, entre 2014 e 2016, Cristaldo disputou 76 partidas e marcou 20 gols. Ele foi campeão da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro pelo clube.
O terror da Coophavila
Nos anos 80 e 90, a lenda do Lobisomem da Coophavila botava terror na periferia da capital. Hoje, psicólogos e sociólogos apontam que o monstro era só o reflexo do medo coletivo da galera de andar em ruas escuras e sem estrutura naquela época.
Divulgue sua empresa para todo o Mato Grosso do Sul. Contatos: [email protected]