Operação Mute usa georradares em varredura no presídio de Jardim
Nesta sexta-feira (25), Operação Mute usa georradares em varredura no presídio Máximo Romero, em Jardim, a 233 km de Campo Grande.
A ação faz parte da Operação Mute, mobilização nacional contra a comunicação clandestina dentro dos presídios. Em Mato Grosso do Sul, a fiscalização já passou por Coxim e pela PED (Penitenciária Estadual de Dourados) nesta semana.
A operação em Jardim é a 70ª grande fiscalização realizada pela Polícia Penal do estado em 2026. O número não inclui as revistas de rotina.
Tecnologia e equipes da Operação Mute em Jardim
Foram mobilizados policiais penais do próprio presídio, equipes do COPE, agentes de inteligência e um representante da Polícia Penal Federal. Os agentes usam georradores e equipamentos de varredura para encontrar materiais escondidos e indicar pontos para busca detalhada.
- Polícia Penal local: agentes do próprio presídio
- COPE: Comando de Operações Penitenciárias
- Inteligência: equipe de agentes de inteligência
- Polícia Penal Federal: representante na operação
A coordenação é da Agepen, agência estadual do sistema penitenciário. A ação faz parte da mobilização nacional da Senappen, a Secretaria Nacional de Políticas Penais.
Celulares são alvo de fiscalização
O uso de celulares dentro dos presídios está entre os alvos das ações. Este ano, a Polícia Penal já fez a Operação Modo Avião em 16 unidades de Mato Grosso do Sul.
Os equipamentos identificam sinais de telefonia móvel. Quando há indício, as equipes direcionam as buscas para o local.
As grandes operações são planejadas a partir de informações da inteligência e das unidades prisionais. As revistas de rotina continuam sendo feitas nos presídios.
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