Ancelotti lidera ranking dos técnicos de seleções mais bem pagos do mundo
O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, é o treinador de seleções mais bem pago do mundo. A informação é de levantamento divulgado nesta sexta-feira pelo jornal alemão Bild. Segundo a publicação, o italiano recebe 10 milhões de euros por ano para comandar o Brasil, valor que o coloca com folga na liderança do ranking.
Salário de Ancelotti na seleção brasileira
O salário de Ancelotti é pouco inferior ao que o treinador recebia até maio de 2025, quando estava à frente do Real Madrid. O valor também supera com folga os vencimentos dos demais técnicos citados na lista elaborada pelo jornal alemão.
Klopp aparece em segundo lugar com salário reduzido
Na segunda colocação aparece Jürgen Klopp, atual técnico da Alemanha. O treinador de 59 anos teve uma redução no salário desde que deixou o Liverpool, clube que comandou desde 2015. Em Anfield Road, Klopp recebia 18 milhões de euros por ano.
Após encerrar o trabalho no Liverpool, o alemão passou a atuar na Red Bull como diretor esportivo geral. Na função, seu salário caiu para 12 milhões de euros anuais. Agora, no comando da seleção da Alemanha, o valor é de 7 milhões de euros por ano.
Jorge Jesus é o 6º colocado no ranking
Na lista divulgada pelo Bild, Jorge Jesus aparece na sexta posição entre os técnicos de seleções mais bem pagos do mundo. O português recebe cerca de 4 milhões de euros líquidos por ano para comandar a seleção de Portugal.
O valor representa aproximadamente um terço do salário que ele recebia quando trabalhava no Al Nassr. A remuneração de Jorge Jesus é semelhante à de Roberto Martínez, seu antecessor na seleção portuguesa. Martínez deixou o cargo no último verão, depois de Portugal ser eliminado pela Espanha nas oitavas de final da Copa do Mundo, por 1 a 0.
Segundo o levantamento, a Federação Alemã de Futebol (DFB) permitiu que Klopp mantivesse três patrocinadores para amenizar a redução dos ganhos. Entre as empresas estão a de serviços financeiros Deutsche Vermögensberatung (DVAG) e a marca de roupas AlphaTauri, parceira da Red Bull, seu antigo empregador.
O monstro universitário
A lenda do "Monstro do Lago do Amor", na Universidade Federal (UFMS), sobrevive graças a avistamentos reais de sucuris e jacarés gigantes. No fundo, é o choque psicológico entre o espaço urbano e a natureza selvagem que não se deixa domar.
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