Justiça condena Ropero a 22 anos por mortes em festival no Paraguai
A Justiça paraguaia condenou Alcides de Jesús Villasboa Peralta, conhecido como “Ropero”, a 22 anos de prisão pela morte de Marcos Rojas Mora, vulgo “Marcos Capital”, durante um ataque em um festival de música em San Bernardino, no Paraguai. O crime ocorreu em janeiro de 2022, quando a influenciadora digital Cristina “Vita” Aranda também foi morta e outras seis pessoas ficaram feridas.
Condenação de Ropero e outro réu
O Tribunal de Sentença considerou Ropero culpado por homicídio doloso na condição de instigador, associação criminosa e posse não autorizada de armas com números de série adulterados. Já o inspetor júnior Michael Peralta Díaz foi condenado a 5 anos de prisão por associação criminosa.
Motivação do ataque em festival
Segundo a imprensa paraguaia, o conflito entre Ropero e “Marcos Capital” começou por causa de uma dívida de US$ 68 mil, ligada a uma transação de cocaína. A dívida foi levada ao grupo disciplinar do PCC, que deu a Ropero dez dias para quitar o valor. Para evitar o pagamento, ele teria ordenado o assassinato da vítima.
Vítimas e feridos no tiroteio
Além de Cristina “Vita” Aranda, que morreu durante o tiroteio, ficaram feridos:
- Marcelo Monteggia Díaz – procurado pela Bolívia;
- José Luis Bogado Quevedo – condenado e procurado pelo Brasil.
O caso segue repercutindo na fronteira, onde a atuação de facções criminosas tem sido alvo de investigações constantes das autoridades locais e brasileiras.
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