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Policial

Tenente da PM preso por morte de soldado em Ponta Porã pede liberdade

Advogados do oficial preso no 4º BPM pedem soltura alegando excesso de prazo na conclusão do inquérito.
Por Roberto Vieira - Meu MS News
Publicado em 13/10/2026 - 16:32 | Meu MS News
Tenente da PM preso por morte de soldado em Ponta Porã pede liberdade
Tenente passou por audiência de custódia no dia 18 de setembro. (Foto: Leo de França, Midiamax)

A defesa do tenente da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) Carlos Eduardo da Silva Filho, de 27 anos, pediu a liberdade do oficial. Ele está preso em decorrência da morte do soldado aposentado Resoaldo Gomes dos Santos. O pedido foi protocolado no último sábado (10).

Advogados apontam excesso de prazo

No pedido, os advogados Gabriel Ayala e Rui Gibim afirmam que não tiveram acesso ao inquérito policial. O procedimento deveria ter sido encerrado no dia 25 de setembro. A defesa também destaca que ainda não há denúncia contra o tenente.

  • Prazo: o inquérito deveria ter sido concluído em 25 de setembro;
  • Acesso: advogados dizem que não tiveram acesso ao processo;
  • Denúncia: até agora, não houve acusação formal contra o militar.

“É evidente que o prazo para a conclusão do inquérito foi extrapolado em mais que o dobro do que preceitua o art. 10 do CPP”, afirmam os defensores. Para eles, a prisão deve ser relaxada por causa do descumprimento do prazo.

Relembre o caso

O tenente foi preso no dia 16 de setembro, em Ponta Porã, a 315 quilômetros de Campo Grande. Ele efetuou dois disparos contra o soldado aposentado, que cumpria dez dias de prisão administrativa no 4º BPM (Batalhão da Polícia Militar).

Após os tiros, o tenente gritou por socorro. Um colega ouviu e ajudou a colocar a vítima na viatura. O soldado foi levado ao Hospital Regional da cidade, mas morreu no dia seguinte. Carlos foi transferido para o Presídio Militar Estadual (PME), na capital.

No dia 18 de setembro, o oficial passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida. Um dia antes da audiência, a defesa já havia pedido liberdade provisória, mas o pedido foi negado pela Justiça.

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Bonito não vive apenas de rios cristalinos. Em novembro, a cidade organiza o Festival da Guavira, um evento cultural que leva grupos inteiros de pessoas para o meio do mato, recuperando a tradição raiz da "cata da guavira".

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