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Esportes

Richarlison pede investigação da PF contra Flávio Bolsonaro por mansão

O jogador Richarlison pediu que a Polícia Federal investigue o senador Flávio Bolsonaro na disputa pela posse de uma propriedade de luxo em Angra dos Reis (RJ).
Por Roberto Vieira - Meu MS News
Publicado em 18/10/2026 - 07:51 | Meu MS News
Richarlison pede investigação da PF contra Flávio Bolsonaro por mansão
© Getty Images

Disputa judicial por imóvel de luxo

Richarlison afirma ter investido cerca de R$ 10 milhões em um casarão equipado com cachoeira particular, localizado em Angra dos Reis. A briga pela posse do imóvel se arrasta desde 2020, quando o atleta e seus sócios negociaram a compra da propriedade.

O jogador relatou que, após recusar a venda ao senador Flávio Bolsonaro, surgiram manobras judiciais. Em 2022, a empresa M Locadora, representada por um advogado associado a Willer Tomaz — amigo de Flávio —, obteve um mandado de reintegração de posse.

Manobras judiciais e arquivamento do processo

Richarlison declarou que a Justiça falhou ao conceder a posse em 24 horas, enquanto sua defesa enfrentava longos prazos. A Justiça do Rio extinguiu o processo em outubro de 2025, sem julgamento do mérito, por renúncia de uma das partes ligadas ao atleta. Em janeiro de 2026, com o trânsito em julgado, o caso foi arquivado. Caso consiga reaver o montante, Richarlison planeja doar parte dos recursos a um hospital em Nova Venécia (ES).

O caso envolve uma série de alegações e movimentações financeiras:

  • Investimento de Richarlison: Cerca de R$ 10 milhões no imóvel de luxo.
  • Regularização de Willer Tomaz: R$ 5 milhões para quitar pendências fiscais do terreno.
  • Linha do tempo: Compra negociada em 2020, reintegração de posse em 2022, processo extinto em 2025 e arquivado em 2026.

O que dizem Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz

O senador Flávio Bolsonaro nega irregularidades e afirma manter apenas relação de amizade com o empresário. Já Willer Tomaz sustenta que adquiriu legalmente os direitos sobre o terreno e pagou R$ 5 milhões para regularizar pendências fiscais, classificando os antigos ocupantes como invasores.

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Nem tudo é desmatamento. Há mais de 15 anos que proprietários privados no MS se organizam em associações para criar RPPNs (Reservas Particulares do Património Natural), abdicando de plantar para blindar e proteger pedaços inteiros do Pantanal e do Cerrado.

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