Muslera defende três pênaltis e coloca Estudiantes na final da Libertadores
O goleiro uruguaio Fernando Muslera, de 40 anos, foi o grande protagonista da classificação do Estudiantes de La Plata à final da Copa Libertadores de 2026. Na noite de quinta-feira (22), no Maracanã, ele defendeu três cobranças do Flamengo, de Jorginho, Lucas Paquetá e Bruno Henrique, garantindo o placar de 3 a 2 após empate sem gols. Com isso, o Estudiantes avançou para enfrentar o Palmeiras em Montevidéu, em 28 de novembro.
Trajetória internacional do goleiro
Néstor Fernando Muslera Micol nasceu em Buenos Aires, em 16 de junho de 1986, mas construiu carreira pelo Uruguai. Começou no Montevideo Wanderers, passou pelo Nacional e foi para a Europa em 2007, na Lazio. Em 2011, transferiu-se para o Galatasaray, onde ficou 14 anos e se tornou ídolo. Desde 2025, joga no Estudiantes.
- Montevideo Wanderers: início da carreira
- Nacional: passagem no Uruguai
- Lazio (Itália): 2007-2011
- Galatasaray (Turquia): 2011-2025
- Estudiantes (Argentina): 2025-presente
Herói e críticas na seleção
Muslera participou de cinco Copas do Mundo (2010, 2014, 2018, 2022, 2026) e foi campeão da Copa América em 2011. Na Copa de 2010, defendeu dois pênaltis contra Gana, levando o Uruguai às semifinais. No entanto, no Mundial de 2026, enfrentou críticas após atuação ruim contra a Espanha, sendo substituído no intervalo.
Eliminação do Flamengo e final histórica
O Estudiantes chegou ao Maracanã após empate por 0 a 0 na Argentina. Mesmo com um jogador a menos, segurou o empate e foi para os pênaltis. Pelo Flamengo, Arrascaeta e Léo Pereira marcaram; Jorginho, Lucas Paquetá e Bruno Henrique pararam em Muslera. Pelo Estudiantes, José Sosa, Eros Mancuso e Tiago Palacios marcaram. Agora, a final contra o Palmeiras decide qual país terá mais títulos, com Brasil e Argentina empatados em 25 cada.
- Defendidos por Muslera: Jorginho, Lucas Paquetá, Bruno Henrique
- Convertidos pelo Flamengo: Arrascaeta, Léo Pereira
- Convertidos pelo Estudiantes: José Sosa, Eros Mancuso, Tiago Palacios
O dicionário próprio do estado
O falar sul-mato-grossense é um caldeirão cultural. Termos do dia a dia, como "moage" (frescura ou complicação) ou "chake" (cuidado), mostram a fusão direta e viva do português com o idioma indígena guarani e o espanhol da fronteira.
Divulgue sua empresa para todo o Mato Grosso do Sul. Contatos: [email protected]