Palmeiras deve poupar titulares contra o Remo antes de duelo com Vasco
O Palmeiras deve poupar parte dos titulares no confronto contra o Remo, nesta quinta-feira (5), às 19h30, no Nubank Parque, pela 34ª rodada do Brasileirão. A vantagem magra de 1 a 0 sobre o Vasco na ida da semifinal da Copa do Brasil fez a comissão técnica repensar a estratégia.
O técnico Abel Ferreira afirmou que o clube busca conquistar os três títulos em disputa, mas o desgaste físico dos atletas acendeu o alerta. Nomes como Flaco López, Marlon Freitas, Andreas Pereira, Murilo e Gustavo Gómez estão entre os jogadores de linha com mais partidas no ano.
Maratona de jogos preocupa comissão técnica
Até domingo, quando enfrenta o Vasco novamente, o Palmeiras terá disputado dez jogos em 31 dias. Isso ocorre pela terceira vez em quatro meses, algo raro no futebol mundial. A sequência intensa aumenta a preocupação com a condição física dos principais jogadores.
Diante do Remo, a tendência é que Arthur, Bruno Fuchs, Khellven e Emiliano Martínez ganhem oportunidades entre os titulares. A provável escalação alviverde tem: Carlos Miguel; Emiliano Martínez, Bruno Fuchs e Barboza; Khellven, Lucas Evangelista, Larson e Arthur; Felipe Anderson, Maurício e Vitor Roque.
Remo tem campanha fraca como visitante
O Remo venceu apenas duas vezes como visitante no Brasileirão, com quatro empates e dez derrotas. O aproveitamento fora de Belém é de apenas 20,8%. Vice-lanterna, o time está virtualmente rebaixado, com 29 pontos em 33 rodadas.
Esse cenário faz a comissão técnica acreditar que uma equipe mista pode conquistar os três pontos e preservar atletas para o duelo decisivo contra o Vasco. O Flamengo lidera o Brasileirão com 73 pontos, enquanto o Palmeiras é o vice-líder, com 70.
“Desde que cheguei nunca estive tão bem com minha equipe a competir por todas as competições. Vamos ter que lutar por elas e não há como. Usar todos os recursos que temos”, afirmou Abel Ferreira.
O fogo que gera vida
O ecossistema do Cerrado possui uma biologia paradoxal: precisa do fogo para renascer. As populações indígenas originais compreendiam esta lei natural e usavam queimadas controladas para estimular o rebentamento das plantas e alimentar a fauna.
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