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    Secretário alvo da PF já teve celular e computador apreendidos em outra operação policial

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    A operação da Polícia Federal nesta quarta-feira, em Corumbá, não é a primeira envolvendo o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos de Corumbá, Ricardo Ametilla.

    Em 2020, ele foi um dos alvos da Operação Offset, quando teve celular e computador apreendidos durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão.

    A operação de 2020 cumpriu  12 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal de Corumbá, em Campo Grande e Corumbá. Entre os alvos estavam Márcio Iunes, irmão do prefeito de Corumbá, Marcelo Iunes (PSDB) e Edson Panes de Oliveira Filho, ex-secretário de Segurança Pública de Corumbá.

    Segundo a PF, a operação teve início após o recebimento de denúncias apontando supostos desvios de recursos públicos decorrentes de contratos de serviços entre a Prefeitura de Corumbá e uma empresa de engenharia sediada em Campo Grande. Ainda segundo a PF, o dinheiro desviado seria direcionado aos servidores e empresários. As investigações também indicaram que parte da verba destinada ao pagamento dos contratos seria proveniente de repasse de recursos federais.

    Continua no cargo

    O prefeito Marcelo Iunes foi questionado se tomaria alguma providência em relação ao secretário e disse, nesta tarde, que ainda está se “inteirando do assunto”.

    A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria Geral da União, deflagrou, nesta quarta-feira (3), a Operação João Romão, com objetivo de combater crimes licitatórios e de corrupção na Prefeitura de Corumbá.

    Os Policiais federais cumpriram 14 mandados de busca e apreensão nas cidades de Corumbá e Campo Grande, todos expedidos pela Justiça Federal, em investigação de crimes na  Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos.

    A operação teve como alvo um servidor público, servidores comissionados e efetivos envolvidos nas autorizações e fiscalizações das obras executadas, além de pessoas responsáveis pelas empresas.

    A investigação, que se iniciou em 2021, mostrou que o atual secretário municipal, Ricardo Campos Ametilla, teria criado uma empresa que acabou vencendo diversos procedimentos licitatórios da pasta sob sua reponsabilidade, sendo responsável por obras cujos valores ultrapassam R$ 12 milhões.

    Os policiais encontraram indícios de irregularidades que teriam sido permitidas para a empresa ter capacidade financeira e técnica para participar dos certames licitatórios que venceu.

    Foto: Diário Corumbaense

    Fonte: Investiga MS

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