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Segunda-feira, 9 Fevereiro, 2026
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    Nove eleitos nunca tiveram mandato, mas ocuparam secretaria ou têm padrinhos

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    A Câmara de Campo Grande terá, na próxima legislatura, uma renovação de 15 dos 29 vereadores, mas seis deles já tiveram mandato e entre os nove restantes, alguns já ocuparam secretarias, cargos ou contaram com ajuda de padrinhos fortes para conquistarem o mandato.

    No grupo da “renovação”, estão os ex-vereadores Marquinhos Trad (PDT), Veterinário Francisco (União), André Salineiro (PL), Herculano Borges (Republicanos) e Dr. Lívio (União). Rafael Tavares (PL) nunca foi vereador, mas foi eleito deputado em 2022, sendo cassado após a eleição porque o PRTB descumpriu regra da quota de gênero.

    Outros três novatos estão no grupo dos ex-secretários ou adjunto. Maicon Nogueira (PP) foi secretário de Juventude nas gestões de Marquinhos e Adriane Lopes. Ele, inclusive, deixou o cargo para concorrer. A secretaria elegeu dois vereadores. Leinha (Avante) também atuou por um período como secretário de Juventude. Foi exonerado e depois transferido para um Cras na região do Los Angeles.  Fábio Rocha (União), por sua vez, foi adjunto da Subsecretaria de Assuntos Comunitários.

    Outros eleitos contaram com apoio de padrinhos para conquistar o mandato. É o caso de Ana Portela, filha do presidente estadual do Partido Liberal (PL). Ela recebeu o maior investimento do partido, com R$ 400 mil, e apareceu em diversos vídeos da propaganda ao lado de Jair ou Michele Bolsonaro.

    Neto Santos (Republicanos) pertence ao grupo da Igreja Universal e ocupará a vaga de representante da congregação, que tinha Gilmar da Cruz, não reeleito, como líder. Ele chegou a trocar de sigla para tentar a eleição, mas ficou como suplente.

    Landmark (PT) é afilhado político e sempre trabalhou com o deputado federal Vander Loubet (PT). O mesmo acontece com Jean Ferreira (PT), que tem como padrinho o deputado estadual Pedro Kemp (PT).

    Flávio Cabo Almi (PSDB) tem no nome a referência para a votação expressiva. Ele é filho do ex-deputado Cabo Almi (PT), que faleceu durante a pandemia de Covid-19.

    Wilson Lands (Avante) teve cargos na Secretaria de Educação nas gestões de Marquinhos Trad e Adriane Lopes. Foi, inclusive, denunciado no Ministério Público por estar, segundo denúncia, fazendo “caridade” no horário de expediente e usando funcionário da prefeitura para as ações.

    Fonte: Investiga MS

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