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Terça-feira, 7 Abril, 2026
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    Azambuja adia transferência e rivais respiram no Partido Liberal

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    Os deputados e lideranças do Partido Liberal (PL) ganharam mais um tempo antes de passar pelo constrangimento de serem liderados por quem consideravam rivais até alguns dias atrás.

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    A conquista momentânea não parte de um pedido ou influência das lideranças, mas da vontade do ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que ainda não decidiu o futuro.

    Azambuja fechou acordo com Jair Bolsonaro (PL) para comandar o PL em Mato Grosso do Sul, em troca do apoio do partido a Beto Pereira (PSDB) na eleição em Campo Grande, mas a derrota da parceria, que não chegou ao segundo turno, acabou esfriando a transação. Agora, o presidente do PSDB espera definição do futuro do partido para decidir para onde vai.

    O PSDB se apequenou nacionalmente nos últimos anos e hoje depende de uma fusão com outros partidos para sobreviver, o que faz Azambuja e o próprio governador Eduardo Riedel (PSDB) serem cautelosos sobre futuro.

    No PL, a expectativa inicial era de que Azambuja assumisse o partido já no começo do ano, o que não deve acontecer. Com isso, a sigla continuará com Tenente Portela seguindo as ordens de Bolsonaro no comando.

    Portela chegou à presidência depois que Pollon se rebelou contra o acordo de Bolsonaro com o PSDB. Após a tratativa, ele passou a negociar com o PSDB as candidaturas nos municípios, derrubando vários acordos feitos por Pollon, que deve ser o mais atingido com a chegada de Azambuja.

    Pollon tocou o PL em Mato Grosso do Sul como oposição ferrenha ao PSDB, que classificava como partido de esquerda, mas teve que engolir o acordo de Bolsonaro. Agora, terá que aceitar Reinaldo Azambuja, líder do partido que ele chamava de esquerda, no comando da sigla dele em Mato Grosso do Sul.

    A situação também não será fácil para o deputado João Henrique Catan (PL), oposição ao PSDB na Assembleia, e vereador Rafael Tavares (PL), que chegou a acusar o PSDB de tramar para cassação do mandato dele de deputado. Tavares perdeu o mandato por fraude à cota de gênero, mas acusou o sistema de tramar contra ele

    O PL terminou a eleição em Mato Grosso do Sul na quarta posição no número de prefeitos, com cinco das 79 prefeituras. O PSDB lidera, com 44, seguido por PP, com 16; MDB com 10; o próprio PL, cinco; PSD, três; e PSB, um.

    Fonte: Investiga MS

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