spot_img
Quinta-feira, 5 Fevereiro, 2026
More
    InícioPolíticaPolítica InternacionalOfensiva rebelde na Síria deixa mais de 900 mortos

    Ofensiva rebelde na Síria deixa mais de 900 mortos

    Publicado há

    spot_img

    Ato resultou na tomada de Damasco e na fuga do presidente Bashar al-Assad neste domingo (8)

    Ao menos 910 pessoas, incluindo 138 civis, morreram na Síria desde que os rebeldes iniciaram uma ofensiva relâmpago em 27 de novembro que resultou na tomada de Damasco e na fuga do presidente Bashar al-Assad, informou a ONG Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH). A ONG, com sede no Reino Unido, mas com uma ampla rede de fontes na Síria, registrou 910 mortes, incluindo 380 integrantes das tropas sírias e aliados do governo deposto, 392 combatentes rebeldes e 138 civis.

    Publicado por Luisa Cardoso
    *Com informações da AFP

    Fonte: Jovem Pan News

    Últimas

    e-Título: Guia para Justificar seu Voto em MS

    Eleitor de MS, aprenda a usar o e-Título para justificar a ausência no dia da eleição. Evite multas e garanta seus direitos!

    Palmeiras goleia o Vitória e assume vice-liderança no Brasileirão 2026

    Verdão vence por 5 a 1 e emplaca a maior goleada do campeonato. Andreas Pereira se destaca com três assistências.

    Grêmio goleia Botafogo em jogo emocionante pelo Brasileirão

    Tricolor Gaúcho marca cinco gols e garante a vitória na Arena. Destaque para Carlos Vinícius e Tetê.

    Rodrigo de Castro assume União Brasil em MG e Pacheco pode se filiar

    Mudança facilita filiação do senador Rodrigo Pacheco. Aliança com Lula em Minas ganha força.

    Relacionado

    Homem é condenado à prisão perpétua por tentar matar Trump

    Ryan Routh tentou assassinar Donald Trump em 2024. O crime ocorreu em um campo de golfe na Flórida.

    Putin e Xi Discutem Cooperação e Críticas aos EUA em Videoconferência

    Líderes da Rússia e China reforçam laços econômicos e trocam avaliações sobre política global.

    EUA Retiram Agentes de Imigração Após Assassinatos em Minnesota

    Czar da fronteira anuncia a medida após protestos e indignação pública.