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Quarta-feira, 13 Maio, 2026
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    Presidente do México diz que país vai buscar outros parceiros comerciais caso tarifas dos EUA sejam mantidas

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    Claudia Sheinbaum contou, ainda, que terá uma conversa com o presidente dos EUA, Donald Trump, na manhã de quinta-feira (6), para discutir a situação

    A presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou nesta quarta-feira (5), que o país está se preparando para colaborar com o Canadá e outras nações em uma resposta às tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos. Durante uma coletiva de imprensa, Sheinbaum enfatizou a importância deste momento para o México, afirmando que o país não se submeterá a pressões externas. “Estamos determinados a agir como um grande país. Vamos monitorar a situação e buscar parcerias com o Canadá e outras nações”, afirmou.

    A mandatária disse que seu governo não encerrou o diálogo com os Estados Unidos, seu maior parceiro comercial e destino de mais de 80% de suas exportações. A presidente mexicana revelou, ainda, que terá uma conversa com o presidente dos EUA, Donald Trump, na manhã de quinta-feira (6), para discutir a situação.

    “Fizemos nossa lição de casa e não estamos fechando as portas para o diálogo, longe disso, porque elas sempre precisam estar abertas”, disse Sheinbaum, que conversará com Trump por telefone na quinta-feira. Sheinbaum reiterou que seu governo irá esperar até domingo para anunciar as medidas que tomará em resposta às tarifas.

    “Disse que havia plano A, plano B, plano C, plano D e, sim, há”, acrescentou. “Vamos esperar o que acontece daqui até domingo”. Após a imposição das tarifas ao México, Sheinbaum disse que seu governo elenca medidas “tarifárias e não tarifárias” em represália, mas que as anunciaria em um evento no domingo no Zócalo da Cidade do México, a maior praça pública do país.

    A decisão de Trump de impor tarifas ao México ocorreu depois de uma pausa de um mês na qual o governo de Claudia Sheinbaum enviou 10.000 militares à fronteira para frear o tráfico de drogas para os Estados Unidos. Nesse período também foram realizadas reuniões de funcionários das áreas do comércio e segurança com seus contrapartes americanos.

    Além disso, o governo mexicano enviou aos Estados Unidos 29 narcotraficantes, entre eles, Rafael Caro Quintero, chamado o “Narco de Narcos”, a quem autoridades americanas requeriam pelo assassinato do agente do DEA Enrique “Kiki” Camarena.

    *Reportagem produzida com auxílio de IA e AFP

    Publicado por Carol Santos

    Fonte: Jovem Pan News

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