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Estado

Máscaras e álcool em gel voltam às salas de aula após aumento de casos de gripe

Ações preventivas são reforçadas após aumento dos casos de gripe entre alunos e familiares Com o avanço dos casos de gripe em Campo Grande, a Escola Estadual Prof. Alberto Elpídio Ferreira Dias, no Jardim Anache, retomou práticas de prevenção que marcaram o período da pandemia, como o uso de máscaras e álcool em gel nas […]
Por Camila Duarte - Meu MS News
Publicado em 07/05/2025 - 10:17 | Meu MS News
Máscaras e álcool em gel voltam às salas de aula após aumento de casos de gripe
Foto: Divulgação

Ações preventivas são reforçadas após aumento dos casos de gripe entre alunos e familiares

Com o avanço dos casos de gripe em Campo Grande, a Escola Estadual Prof. Alberto Elpídio Ferreira Dias, no Jardim Anache, retomou práticas de prevenção que marcaram o período da pandemia, como o uso de máscaras e álcool em gel nas salas de aula e refeitórios.

A diretora da unidade, Fernanda Bucallon, tem liderado ações de conscientização. Nesta terça-feira (6), ela passou por todas as salas alertando os alunos sobre a importância da vacinação e do uso correto da máscara. “Depois da covid, esse cuidado com a saúde se tornou mais natural. O que fizemos na escola foi intensificar”, explicou.

Além disso, os dispensers de álcool em gel foram reativados e os alunos passaram a ser orientados a não compartilhar objetos pessoais, como canetas. “Eles vivem com a caneta na boca e depois passam para o colega”, alertou a diretora.

A preocupação já alterou a rotina da escola, que voltou a incluir luvas e máscaras na lista de compras. Os itens serão disponibilizados para todos os servidores e estudantes.

Embora ainda não haja registro de muitos afastamentos, alunos relatam que familiares estão gripados. A estudante Valentina Arce, de 16 anos, contou que várias pessoas de sua casa ficaram doentes. Já Gustavo Oliveira, também de 16 anos, disse que tem evitado esportes de contato e mantido os ambientes arejados.

Entre os professores, o uso de máscara tem sido retomado por precaução. Uma docente resfriada, por exemplo, usou o item todos os dias da semana anterior. O professor de ciências Leonardo Castilho afirmou: “A gente tenta fazer esse paliativo não porque estamos doentes, mas para não adoecermos e não transmitirmos para os outros”.

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Edição:
Redação Meu MS News
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