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Sexta-feira, 27 Março, 2026
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    MS alerta para riscos de canetas emagrecedoras clandestinas e reforça tratamento via SUS

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    O crescimento da obesidade e a venda irregular de medicamentos na fronteira preocupam a SES. A Vigilância Sanitária alerta que produtos sem registro na Anvisa oferecem risco grave à saúde. O Estado, por sua vez, investe em protocolos de atendimento e acompanhamento contínuo pela Atenção Primária.

    Com o aumento dos casos de obesidade e a circulação irregular de canetas emagrecedoras, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) reforça que o tratamento deve seguir diretrizes clínicas reconhecidas. A venda clandestina de medicamentos, muitas vezes trazida pela região de fronteira, pode oferecer riscos à saúde.

    A Cvisa (Coordenação de Vigilância Sanitária Estadual) ressalta que o uso de produtos irregulares representa risco grave à saúde. O uso pode causar reações adversas, intoxicações e até morte. “Essas canetas de medicamentos importados sem registro na Anvisa não têm qualquer garantia de eficácia e segurança. É fundamental que a população busque orientação médica e evite medicamentos de origem duvidosa”, afirmou Alexandre Tutes, farmacêutico da Vigilância Sanitária Estadual.

    Dados e Acompanhamento

    A obesidade é uma das condições crônicas mais prevalentes acompanhadas pela APS (Atenção Primária à Saúde) no Estado. O excesso de peso, com efeito, está relacionado a doenças crônicas como diabetes e hipertensão, que representam grande parte dos atendimentos no SUS.

    Dados do Ministério da Saúde apontam que a proporção de adultos com obesidade aumentou 72% em 13 anos. Em MS, números de 2024 do SISVAN mostram que, entre 432.773 pessoas avaliadas, 32,76% apresentavam sobrepeso, e apenas 25,94% tinham IMC adequado.

    O documento LCSO (Linha de Cuidado do Sobrepeso e Obesidade), publicado pela SES em 2024, busca tornar os processos de tratamento mais eficazes. A LCSO vem sendo implementada para fortalecer a rede de cuidado e ampliar o acesso a estratégias de prevenção e tratamento.

    Orientações ao Público

    A Secretaria reforça que o tratamento da obesidade deve ser acompanhado por profissionais habilitados e seguir diretrizes clínicas reconhecidas. Medicamentos não registrados, manipulados ou adquiridos sem prescrição são considerados ilegais pela Anvisa. A promoção da alimentação adequada e saudável é uma das estratégias na rede, o que envolve educação alimentar e incentivo ao consumo de alimentos in natura.

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