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    China considera proibir filmes de Hollywood contra tarifas de Trump

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    A informação foi revelada por dois blogueiros próximos ao regime de Xi Jinping, em meio ao contexto da crescente ‘guerra comercial’ entre os dois países

    O governo da China considera a possibilidade de proibir a exibição de filmes de Hollywood como uma forma de retaliação às tarifas que foram implementadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A informação foi revelada por dois blogueiros próximos ao regime de Xi Jinping, em meio ao contexto da crescente “guerra comercial” entre os dois países, conforme noticiado pela Variety.

    A China representa o segundo maior mercado de filmes do mundo e vinha sendo responsável por uma boa parte da quantia adquirida por produções hollywoodianas em sua bilheteria mundial. “Um Filme Minecraft”, por exemplo, registrou US$ 14,5 milhões em seu primeiro final de semana em cartaz nos cinemas chineses, pouco mais de 10% da bilheteria internacional total do filme (US$ 144 milhões).

    Atualmente, a China limita o número de grandes produções norte-americanas importadas a 34 títulos por ano, além de manter 25% da bilheteria adquirida no país. Filmes de menor orçamento são adquiridos por distribuidoras locais para lançamento nos cinemas. Os órgãos de regulamentação chineses também mantêm grande controle sobre as datas de lançamento de filmes importados.

    Na manhã de terça-feira (8), o Ministério do Comércio da China declarou que “lutará até o fim” contra as tarifas impostas pelos Estados Unidos. A declaração foi feita por um porta-voz do ministério e divulgada pela agência estatal Xinhua. Além disso, Trump havia afirmado anteriormente que a China teria até o meio-dia de terça-feira (8) para reverter as tarifas retaliatórias de 34% que foram aplicadas sobre produtos norte-americanos. O republicano também ameaçou aumentar as tarifas em até 50% sobre os produtos chineses, como uma resposta às ações do governo chinês.

    *Reportagem produzida com auxílio de IA e informações do Estadão Conteúdo

    Publicado por Carol Santos

    Fonte: Jovem Pan News

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