spot_img
Quarta-feira, 4 Fevereiro, 2026
More
    InícioPolíticaPolitica NacionalTCU investiga compra de 2,2 milhões de cestas básicas de empresa laranja

    TCU investiga compra de 2,2 milhões de cestas básicas de empresa laranja

    Publicado há

    spot_img

    Investigação do TCU sobre fraudes em licitações de cestas básicas revela indícios de uso de ‘laranjas’ e falta de transparência.

    O Tribunal de Contas da União (TCU) está conduzindo uma investigação sobre possíveis fraudes em licitações do governo federal, que envolvem a aquisição de 2,2 milhões de cestas básicas. Há indícios de que a empresa vencedora, A Popular Cestas Básicas de Alimentos Eireli, pode estar registrada em nome de “laranjas”. O Ministério da Cidadania tinha a intenção de destinar até R$ 290,2 milhões para a compra de alimentos destinados a famílias em situação de vulnerabilidade. A auditoria realizada pelo TCU revelou que a empresa está associada a Carlos Murilo Pessoa Gonçalves Moreira e Paulo Sergio Pessoa Moreira, que teriam utilizado “parentes e pessoas interpostas” para esconder seu patrimônio. Diante disso, o tribunal requisitou ao Ministério da Cidadania que esclareça os métodos de controle implementados para assegurar a entrega das cestas básicas, especialmente em um ano eleitoral.

    Em fevereiro, uma outra empresa do mesmo grupo forneceu alimentos ao ministério, mas a transportadora Super Cesta Básica de Alimentos Eireli estava proibida de participar de licitações devido a sanções anteriores. Essa situação levanta preocupações sobre a regularidade dos processos de compra e a transparência nas contratações. A investigação ganhou força após a apreensão de cestas básicas em Campina Grande, que apresentavam notas fiscais emitidas pela empresa Popular. A Secretaria de Fazenda da Paraíba identificou que essas notas estavam vinculadas a um conjunto de outras no total de R$ 11 milhões.

    O relatório do TCU sugere que a empresa A Popular pode ter tido acesso privilegiado a contratos com o Ministério da Cidadania. Até o momento, o Ministério da Cidadania não se pronunciou sobre as alegações. Por sua vez, o empresário Paulo Moreira negou ser o proprietário da empresa A Popular, o que adiciona mais complexidade à investigação em andamento.

    Publicado por Sarah Paula

    *Reportagem produzida com auxílio de IA

    Fonte: Jovem Pan News

    Últimas

    Arthur joga hoje? Desfalques e escalação do Grêmio contra o Botafogo pelo Brasileirão

  • Grêmio não tem novos desfalques e deve ter base já conhecida contra o Botafogo
  • Com BYD e Esportes da Sorte, Corinthians projeta arrecadação recorde em 2026; veja valores

  • Gestão do Timão encaminha acordo de renovação com a Esporte da Sorte
  • Três Poderes lançam pacto contra o feminicídio no Brasil

    País registra quatro vítimas e 10 tentativas de feminicídio por dia

    Deputada propõe alteração no ECA para endurecer penas em casos de violência contra animais

    Em entrevista à Jovem Pan, Rosana Valle (PL-SP) defendeu maior rigor nas punições como forma de prevenir novos casos; a proposta surge após caso do cão Orelha, espancado até a morte por quatro adolescentes

    Relacionado

    Três Poderes lançam pacto contra o feminicídio no Brasil

    País registra quatro vítimas e 10 tentativas de feminicídio por dia

    Deputada propõe alteração no ECA para endurecer penas em casos de violência contra animais

    Em entrevista à Jovem Pan, Rosana Valle (PL-SP) defendeu maior rigor nas punições como forma de prevenir novos casos; a proposta surge após caso do cão Orelha, espancado até a morte por quatro adolescentes

    Bolsonaro pode perder aposentadoria do Exército, mas valor ficaria com Michelle

    Em novembro do ano passado, o ex-presidente já perdeu o salário relativo à posição de presidente de honra do PL, de R$ 46 mil