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    Três anos após o 8 de Janeiro, políticos travam disputa de narrativas sobre democracia e golpe; veja

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    Aliados do governo lembram o episódio como atentado às instituições e defendem punição; oposição contesta, fala em ‘farsa’ e acusa perseguição política

    Três anos após os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, políticos de diferentes campos voltaram nesta quinta-feira (8) a se manifestar sobre o episódio que marcou o início de 2023 e entrou para a história política recente do país. As reações ocorreram nas redes sociais.

    Representantes do governo e de partidos aliados enfatizaram a defesa do Estado Democrático de Direito, associando o 8 de Janeiro a uma tentativa de golpe. O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que o país “não pode esquecer” o que classificou como um ataque contra instituições e autoridades, defendendo mobilização popular “para fortalecer a democracia”. No mesmo tom, o senador Humberto Costa (PT-PE) disse que a data deve servir para reafirmar “a força da soberania e da democracia”.

    Também entre governistas, o senador Fabiano Contarato (PT-ES) defendeu memória e vigilância permanente. “O preço da democracia é sua eterna vigilância”, afirmou. Já o senador Renan Calheiros (MDB-AL) declarou que lembrar o 8 de Janeiro significa “defender a Constituição e o Estado Democrático de Direito” e disse ser contrário à anistia de condenados.

    Além do tema institucional, parlamentares citaram o cenário jurídico decorrente do episódio. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), destacou que o país vive “um momento histórico”, afirmando que o julgamento e a prisão de envolvidos devem servir para evitar repetição. O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) afirmou que o 8 de Janeiro mostrou que “a democracia resistiu” e defendeu “sem anistia para golpistas”.

    Políticos da oposição, porém, mantiveram avaliação distinta e contestaram a interpretação do governo sobre o episódio. O senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que o 8 de Janeiro virou “cortina de fumaça” para encobrir problemas e escândalos, afirmando que “a farsa vai cair”. Já a deputada Bia Kicis (PL-DF) classificou o caso como “farsa” e criticou o que chamou de perseguição a opositores.

    Fonte: Jovem Pan News

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