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    Trump diz que não usará força para tomar a Groenlândia: ‘Não preciso’

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    Durante discurso em Davos, o presidente dos EUA exigiu ‘negociações imediatas’ sobre a compra do território após a imposição de ameaças tarifárias contra a Europa

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça nesta quarta-feira (21). Depois que um problema elétrico o obrigou a trocar de aeronave, o republicano chegou ao evento com cerca de duas horas depois do horário previsto.

    Em meio às tensões geradas por sua pretensão de anexar a Groenlândia, o presidente dos EUA exigiu em Davos ‘negociações imediatas’ sobre a compra do território em discurso.

    Durante discurso, Trump afirmou que não recorrerá ao uso de força militar para adquirir a Groenlândia.

    “Provavelmente não conseguiremos nada, exceto se decidirmos usar forças excessivas, o que seria imparável. Mas, eu não farei isso. Eu não quero usar força”, informou o presidente dos EUA.

    O republicano ainda defendeu o papel exclusivo dos EUA em poder garantir a proteção do território.

    “Nenhuma nação ou grupo está em posição para conseguir proteger a Groenlândia do que os EUA. Temos muito poder, maior do que as pessoas pensam. As pessoas descobriram isso semanas atrás na Venezuela”, declarou Trump.

    Desde o ano passado, Trump insiste que a Groenlândia, uma ilha rica em minerais, é “vital” para a segurança dos Estados Unidos bem como da Otan contra China e Rússia, ampliando as tensões diplomáticas pelo controle do território autônomo dinamarquês.

    Dessa forma, na última semana, o presidente americano aumentou a pressão ao ameaçar impor novas tarifas de até 25% a oito países europeus por apoiarem a Dinamarca, incluindo Reino Unido, França e Alemanha. Medida configura como um novo capítulo da guerra tarifária imposta pelo governo dos EUA desde o último ano.

    Semanas após o ataque dos EUA que resultou na captura de Maduro, Trump enfatizou o potencial da Venezuela, no entanto, afirmou que as políticas públicas do país “foram ruins” nos últimos anos.

    “Era um grande país e estamos tentando ajudá-los. Esses 50 milhões de barris de petróleo serão divididos com eles e farão mais dinheiro. Estamos mantendo uma boa cooperação após o ataque ter terminado. Venezuela fará mais dinheiro nos próximos seis meses do que fizeram nos últimos 20 anos”, afirmou.

    Após um ano de mandato, o presidente dos EUA também defendeu o crescimento da economia nacional devido à implementação de políticas que deferiram do governo anterior.

    Pela administração de Biden, o país tinha altas inflações, que significa crescimento baixo. Após 12 meses na Casa Branca, o crescimento está explodindo de produtividade. Investimento estão surgindo. Se os Estados Unidos crescem, o mundo todo cresce”, discursou o republicano.

    -Em atualização

    Fonte: Jovem Pan News

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