spot_img
Quarta-feira, 4 Fevereiro, 2026
More
    InícioPolíticaPolítica InternacionalTrump diz que não usará força para tomar a Groenlândia: ‘Não preciso’

    Trump diz que não usará força para tomar a Groenlândia: ‘Não preciso’

    Publicado há

    spot_img

    Durante discurso em Davos, o presidente dos EUA exigiu ‘negociações imediatas’ sobre a compra do território após a imposição de ameaças tarifárias contra a Europa

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça nesta quarta-feira (21). Depois que um problema elétrico o obrigou a trocar de aeronave, o republicano chegou ao evento com cerca de duas horas depois do horário previsto.

    Em meio às tensões geradas por sua pretensão de anexar a Groenlândia, o presidente dos EUA exigiu em Davos ‘negociações imediatas’ sobre a compra do território em discurso.

    Durante discurso, Trump afirmou que não recorrerá ao uso de força militar para adquirir a Groenlândia.

    “Provavelmente não conseguiremos nada, exceto se decidirmos usar forças excessivas, o que seria imparável. Mas, eu não farei isso. Eu não quero usar força”, informou o presidente dos EUA.

    O republicano ainda defendeu o papel exclusivo dos EUA em poder garantir a proteção do território.

    “Nenhuma nação ou grupo está em posição para conseguir proteger a Groenlândia do que os EUA. Temos muito poder, maior do que as pessoas pensam. As pessoas descobriram isso semanas atrás na Venezuela”, declarou Trump.

    Desde o ano passado, Trump insiste que a Groenlândia, uma ilha rica em minerais, é “vital” para a segurança dos Estados Unidos bem como da Otan contra China e Rússia, ampliando as tensões diplomáticas pelo controle do território autônomo dinamarquês.

    Dessa forma, na última semana, o presidente americano aumentou a pressão ao ameaçar impor novas tarifas de até 25% a oito países europeus por apoiarem a Dinamarca, incluindo Reino Unido, França e Alemanha. Medida configura como um novo capítulo da guerra tarifária imposta pelo governo dos EUA desde o último ano.

    Semanas após o ataque dos EUA que resultou na captura de Maduro, Trump enfatizou o potencial da Venezuela, no entanto, afirmou que as políticas públicas do país “foram ruins” nos últimos anos.

    “Era um grande país e estamos tentando ajudá-los. Esses 50 milhões de barris de petróleo serão divididos com eles e farão mais dinheiro. Estamos mantendo uma boa cooperação após o ataque ter terminado. Venezuela fará mais dinheiro nos próximos seis meses do que fizeram nos últimos 20 anos”, afirmou.

    Após um ano de mandato, o presidente dos EUA também defendeu o crescimento da economia nacional devido à implementação de políticas que deferiram do governo anterior.

    Pela administração de Biden, o país tinha altas inflações, que significa crescimento baixo. Após 12 meses na Casa Branca, o crescimento está explodindo de produtividade. Investimento estão surgindo. Se os Estados Unidos crescem, o mundo todo cresce”, discursou o republicano.

    -Em atualização

    Fonte: Jovem Pan News

    Últimas

    Meio/Ideia: Flávio cresce e empata tecnicamente com Lula no 2º turno

    Lula tem 45,8% contra 41,1% de Flávio. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais para mais ou para menos

    A provável escalação do Barcelona contra o Mallorca por LaLiga 2025/26

  • Após avançar na Copa do Rei, Barcelona volta a defender a liderança do Campeonato Espanhol
  • Lei do licenciamento ambiental entra em vigor em meio a ações no STF

    Partidos políticos e entidades da sociedade civil questionam no Supremo a constitucionalidade de artigos da Lei Geral; texto de autoria da Câmara foi sancionado por Lula com vetos

    Marinho diz que Bolsonaro está ‘tranquilo’ com chance de perder patente

    O senador Rogério Marinho (PL-RN) disse nesta quarta-feira (4) que o ex-presidente Jair...

    Relacionado

    Democracia retrocede em EUA, Rússia e China, diz relatório

    Human Rights Watch divulgou relatório anual sobre Direitos Humanos

    Rússia diz que guerra continuará até que Ucrânia aceite os seus termos

    Exigências incluem controle total do Donbas, congelamento das frentes de combate e veto permanente à presença da OTAN na Ucrânia

    Trump pede aos americanos que virem a página do caso Epstein

    Apelo do presidente dos EUA acontece após nova divulgação de documentos sobre o escândalo, que provocou uma investigação contra o ex-embaixador do Reino Unido em Washington Peter Mandelson