Segundo documentos, Rowling teria enviado um convite a Epstein para um musical de Harry Potter da Broadway em 2018
A autora dos livros de Harry Potter, J. K. Rowling se manifestou nesta segunda-feira (2) na rede social X negando qualquer envolvimento com o caso Jeffrey Epstein. Na última leva das mais de mais de 3 milhões de páginas dos documentos liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) na última sexta-feira (30) sobre Epstein, o nome da escritora aparecia entre uma das várias personalidades citadas.
Segundo o documento, Rowling teria enviado um convite a Epstein para o musical “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” da Broadway, que aconteceu no dia 22 de abril em 2018. Na época, o bilionário já era acusado de comandar uma rede de tráfico sexual.
Nos documentos constam Sonia Friedman, Colin Callender e J.K. Rowling como os responsáveis por enviar o convite. Em documento mais antigo já havia sido divulgado que uma pessoa (não identificada) teria pedido ao bilionário por um encontro com a escritora, sugerindo que ele teria relação com Rowling.
Em seu post J. K. Rowling diz que a alegação “é uma bobagem” e que nem ela nem ninguém de seu time se quer um dia falaram ou encontraram com Jeffrey Epstein.
This is beyond silly. Neither I, nor anybody on my team, ever met, communicated with or invited Jeffrey Epstein to anything. https://t.co/JXhFlBQxsM
— J.K. Rowling (@jk_rowling) February 2, 2026
A polícia de Palm Beach, na Flórida, iniciou a investigação contra Epstein em 2005, após a família de uma menina de 14 anos relatar que ela havia sido abusada em sua mansão. O Departamento Federal de Investigação dos EUA (FBI, na sigla em inglês) juntou-se ao caso, e as autoridades coletaram depoimentos de várias adolescentes que afirmaram ter sido contratadas para realizar “massagens sexuais” em Epstein.
Apesar disso, os promotores acabaram oferecendo a Epstein um acordo que lhe permitiu evitar um processo federal. Ele declarou-se culpado de acusações estaduais de prostituição envolvendo menor de 18 anos e foi condenado a 18 meses de prisão.
Jeffrey Epstein tinha 66 anos quando foi encontrado morto no dia 10 de agosto de 2019 na cela que ocupava em uma prisão federal em Nova York.
Na época, enclausurado e sem direito a fiança desde que foi detido, em 8 de julho do mesmo ano, o magnata foi achado enforcado na cela pela manhã, segundo informou o jornal The New York Times na ocasião.
Fonte: Jovem Pan News


