A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) se manifestou. O órgão é contrário à cassação da prefeita Adriane Lopes (PP). A ação também envolve a vice-prefeita, Camila Nascimento. PDT e Democracia Cristã (DC) alegam compra de votos na campanha. Alexandre Espinosa Bravo, vice-procurador-geral Eleitoral, assina o parecer.
DC e PDT recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles questionam decisão do TRE-MS, que absolveu Adriane e Camila. Espinosa Bravo afirma que a análise das provas é válida. Para ele, a decisão do TRE-MS tem fundamentos claros. O TSE não obriga o juiz a detalhar todas as provas. Ele precisa justificar seu convencimento, segundo o vice-procurador.
Espinosa Bravo entende que não cabe nova análise de fatos. A versão do voto vencido não pode prevalecer. O TRE-MS não viu participação das candidatas na compra de votos. A corte considerou as provas insuficientes. Para o vice-procurador, o TRE-MS agiu corretamente.
O TRE-MS considerou os elementos como indícios. Para a corte, não havia provas da participação de Adriane e Camila. Espinosa concordou com essa análise. Ele entendeu que as provas não demonstram o conhecimento das candidatas sobre a suposta compra de votos. A ministra Estela Aranha é a relatora do caso no TSE. Ela tomará a decisão final.
A denúncia alega uso de igrejas na campanha. Segundo a acusação, pastores foram usados como cabos eleitorais. Eles estariam na folha de pagamento da prefeitura. A denúncia aponta abuso de poder religioso e econômico. A nomeação de líderes religiosos em cargos públicos também é questionada. O uso de recursos públicos para apoio político é outra acusação.
*Fonte: [Nome do site de notícias original]*


