Após o encontro desta terça-feira (3), no Salão Oval da Casa Branca, os líderes fizeram classificaram a reunião como ‘positiva’ em declarações separadas
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que está “trabalhando” junto ao seu homólogo da Colômbia, Gustavo Petro, no combate ao narcotráfico. Os líderes se reuniram nesta terça-feira (3), no Salão Oval da Casa Branca. Mais tarde, em entrevista a jornalistas, o republicano informou que eles trataram sobre sanções e “outros assuntos” no encontro.
Com Petro, não houve o tradicional rito para recepção de líderes mundiais. Segundo informações do portal g1, o governo Trump disse que a ida do presidente da Colômbia à Casa Branca não se tratou de uma visita de Estado propriamente dita. Dessa forma, a imprensa não esteve presente durante a reunião, tampouco ocorreu a entrevista aos jornalistas depois do encontro. Os líderes fizeram declarações separadas, mas não detalharam os assuntos tratados, nem se chegaram em acordos concretos.
Em evento na Casa Branca, o republicano classificou a reunião como “muito boa”. “Ele e eu não éramos exatamente os melhores amigos, mas não me senti insultado, porque nunca o tinha conhecido, não o conhecia de todo e nos demos muito bem”, disse Trump.
Similarmente, em fala a jornalistas na Embaixada da Colômbia em Washington, Petro afirmou que a reunião foi “muito positiva” com “tom otimista e construtivo”. Depois, em entrevista à rádio colombiana Caracol, o presidente sul-americano disse que não percebeu “contradições” entre as suas ideias e as de Trump.
Petro também declarou que o republicano pediu ajuda para capturar os principais traficantes de drogas, enquanto ele solicitou a Trump que mediasse as questões diplomáticas existentes entre a Colômbia e o Equador, cujo presidente, Daniel Noboa, é aliado do norte-americano. Segundo o colombiano, o chefe da Casa Branca concordou em telefonar para líder equatoriano.
Trump e Petro têm uma relação conturbada com diversas tropas de farpas desde o início do segundo mandato do republicano, em janeiro de 2025. A crise entre os líderes começou quando o presidente da Colômbia impediu a chegada de voos oriundos dos Estados Unidos com imigrantes deportados. Em resposta, Washington anunciou que iria sancionar o país. A tensão aumentou com o avanço militar dos EUA no Caribe. Em setembro, bombardeios norte-americanos atingiram uma embarcação colombiana e um pescador morreu.
Fonte: Jovem Pan News


