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    CPMI do INSS: Acordo impede votação sobre Banco Master e aliados de Lula e Bolsonaro

    Parlamentares barram requerimentos de quebra de sigilo e pedido de prisão na comissão.

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    Parlamentares governistas e de oposição fizeram um acordo. Eles barraram votações importantes na CPMI do INSS. A sessão ocorreu nesta quinta-feira, 5 de outubro. Requerimentos que miravam o Banco Master e aliados foram retirados. Nomes ligados a Lula e Bolsonaro estavam envolvidos.

    A CPMI não apreciou os pedidos. Entre eles, estavam quebras de sigilo. O alvo era o Banco Master e o filho de Ricardo Lewandowski. Empresas de uma amiga de Lulinha também seriam investigadas. Onyx Lorenzoni e seu filho, Pietro, também foram citados.

    Além das quebras de sigilo, houve um pedido de prisão. José Carlos Oliveira, ex-ministro de Bolsonaro, era o alvo. A quebra de sigilo de sua filha, Yasmin, também foi barrada. A Polícia Federal investiga pagamentos de Oliveira.

    Segundo a investigação, ele recebeu da Conafer enquanto era ministro. A Conafer está envolvida em descontos irregulares de aposentadorias. Três requerimentos contra o Banco Master estavam na pauta.

    Marcel van Hattem (Novo-RS) é o autor dos pedidos. Ele quer a quebra de sigilo do banco, do ex-sócio Augusto Lima e da Credcesta. Van Hattem afirma que o Master prejudicou aposentados do INSS.

    O deputado cita a falta de documentos do banco. O Master não apresentou 250 mil comprovantes de contratos. Lima, ex-sócio, é central no esquema, segundo Van Hattem.

    O Credcesta também está na mira da CPMI. A empresa oferece cartão de crédito consignado. O desconto é feito direto no salário de aposentados e servidores. A empresa começou na Bahia com apoio político.

    Daniel Vorcaro, do Banco Master, e Augusto Lima cultivaram conexões. Eles conseguiram o direito de conceder empréstimos consignados. O Credcesta atua em 24 estados e em todo o Brasil.

    Van Hattem afirma que a quebra de sigilo da Credcesta é crucial. Ela permitirá confrontar dados públicos e privados. Bia Kicis (PL-DF) pediu a quebra de sigilo do filho de Lewandowski. Enrique Lewandowski é advogado de uma entidade investigada no esquema.

    Paulo Pimenta (PT-RS) pediu a investigação de Onyx. Ele aponta “indícios relevantes”.

    *Fonte: Agência Estado*

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