Mark Zuckerberg e Adam Mosseri foram convocados para depor. Eles são diretores da Meta. O julgamento contra Alphabet e Meta começou. Ele busca determinar se as empresas tornam crianças dependentes. Um júri popular analisa o caso em Los Angeles.
O processo pode mudar a responsabilidade legal das redes sociais. Atualmente, elas são isentas. Espera-se também o depoimento de Neil Mohan, do YouTube. A Justiça o intimou a testemunhar.
Este caso é crucial. Ele pode gerar precedentes para outros processos. As acusações incluem depressão e transtornos alimentares. Internações psiquiátricas e até suicídios também são citados.
Alphabet e Meta enfrentam várias ações similares. Os advogados usam a estratégia contra a indústria do tabaco. Eles a comparam com os produtos viciantes das redes sociais.
O julgamento foca no caso de uma jovem de 20 anos. Ela sofreu danos mentais devido à dependência. Ela desenvolveu essa dependência quando criança.
Segundo Matthew Bergman, é a primeira vez que uma rede social enfrenta um júri por danos a menores. A defesa alega a Lei de Decência nas Comunicações. No entanto, a acusação foca no modelo de negócios. Esse modelo usa algoritmos para atrair a atenção e prejudicar a saúde mental.
*Estadão Conteúdo. Fonte: Jovem Pan News


