Aliados de Guilherme Derrite (PP) esperam mudanças no PL Antifacção. O projeto retornará à Câmara após modificações no Senado. A expectativa é evitar flexibilização do texto original. A manutenção de pontos como o financiamento da segurança pública é crucial.
Derrite apoia a taxa sobre apostas (bets). Ele não deve alterar esse ponto. O dinheiro será destinado ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). Estados teriam maior participação nesse fundo.
O deputado quer reinserir proibições retiradas pelo Senado. Auxílio-reclusão e direito a voto para presos de facções estão em discussão. Derrite busca aumentar as penas para crimes relacionados a facções.
O texto da Câmara previa penas de 20 a 40 anos. Para líderes, o aumento seria de metade a 2/3. No Senado, as penas ficaram entre 15 e 30 anos. O dobro seria aplicado a líderes.
Derrite considera o texto do Senado mais frágil. Ele o vê similar ao do ex-ministro Ricardo Lewandowski. Auxiliares do deputado acreditam que a população quer mais rigor.
Nos bastidores, o governo busca substituir Derrite na relatoria. O PL é prioritário para o governo Lula. O objetivo é combater o crime organizado e marcar a pauta de segurança.
Derrite não comentou o assunto. Ele e o presidente da Câmara devem se encontrar. Há uma promessa de mantê-lo na relatoria. Isso seria uma derrota para o governo federal.
Fonte: Jovem Pan News


