Deputados do PT tentaram, mas não terão vaga na CCJ. A Comissão é a mais importante da Assembleia Legislativa de MS. A definição da CCJ ocorre no último ano da legislatura. Deputados também definem o substituto de Neno Razuk (PL).
O regimento determina que a vaga seja de um dos blocos majoritários. Para conseguir a vaga, é preciso ter ao menos quatro deputados. Apenas o PSDB tem essa representação na atual legislatura. Para resolver isso, deputados formaram dois blocos da base de Riedel.
Esses blocos majoritários teriam todas as vagas nas comissões. Contudo, abriram espaço para o PT, que não integra o bloco. A principal mudança é a saída de Neno Razuk da CCJ. O PT solicitou a vaga, mas deve ficar de fora.
Gerson Claro (PP) analisará o pedido, mas é formalidade. O PT é adversário e não deve ter a vaga. Rinaldo Modesto (Podemos) deve ser o escolhido. Ele terá o apoio de quatro deputados que apoiam Riedel.
São eles: Pedro Caravina (PSDB), Paulo Duarte (PSB), Júnior Mochi (MDB) e Pedrossian Neto (PSD). A CCJ é cobiçada por analisar todos os projetos. Ela pode barrar projetos antes do plenário. No ano passado, o PL ficou com a vaga com Lucas de Lima.
Ele se mudou para o partido, garantindo a bancada. Lucas saiu dias depois, mas Neno permaneceu. Ele pertence a um dos blocos da base.
Foto: Luciana Nassar/Assembleia. Fonte: Investiga MS


